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ONG AJUDA CRIANDO “VICIADOS”

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Primeira campanha da Momentum para a ONG Gerando Falcões mostra como é possível colaborar com comunidades carentes gerando viciados.

A agência utilizou uma das palavras mais presentes na vida das pessoas assistidas como tema da estratégia. “Dar um vício melhor para as crianças é dar mais futuro para elas”. Em vez de negar o problema, associou o termo a atividades realizadas pela entidade nos bairros em que mantém seus projetos. … Continue lendo “ONG AJUDA CRIANDO “VICIADOS””

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SEJA MAIS, DOE MAIS

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Uma das maiores ações de comunicação da Cruz Vermelha Brasileira começou a ser veiculada na TV do país com o conceito “Seja + Doe +”.

Criada pela agência Z515, a campanha dessa organização centenária de ajuda humanitária visa criar uma corrente do bem, captando fundos para ajudar brasileiros em condição de vulnerabilidade. … Continue lendo “SEJA MAIS, DOE MAIS”

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NÚMEROS QUE ASSUSTAM. NÚMERO QUE SALVA

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Para marcar cada dado, números são formados por cédulas de dinheiro, painel de elevador, placas de automóvel, casa e chaveiro de hotel.

E são alarmantes, envolvendo exploração sexual de crianças e adolescentes, que somam juntas, 500 mil vítimas por ano.

O filme, veiculado gratuitamente em parceria com as emissoras de TV do país, tem a assinatura do Instituto Liberta, da Childhood Brasil e Fundação Abrinq.

A campanha publicitária foi desenvolvida pela Cucumber Propaganda, com criação freelancer de Ana Castelo Branco e Denise Bacellar, e visa divulgar o Disque 100, telefone disponível para denúncias.

Apenas 7 em cada 100 casos são relatados nesse canal, o que agrava o problema.

A locução do comercial é da apresentadora Xuxa Meneghel, que em 2012 revelou ter sido abusada sexualmente por pessoas próximas da família, até os 13 anos de idade.

“A proposta é, através desses números, provocar um choque de consciência na sociedade, gerando engajamento imediato e aumentando a quantidade de denúncias pelo Disque 100, diz Sophie Wajngarten, sócia da Cucumber e membro do Instituto Liberta.

“Nossa missão é manter o assunto em pauta pelos próximos dez anos, ampliando o alcance da mensagem para cada perfil de público, inclusive para que sejam criadas leis mais específicas e abrangentes sobre o tema”, completa MIriam Lefevre Lewensztajn, também sócia da agência.

Produção da Vapt Filmes, com direção de Maurício Eça e fotografia de Scalante. Som da Tchnologica.

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RECONHECIMENTO CONTRA O PRECONCEITO

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Projeto levará aos vereadores, nomes de mulheres que merecem ser nome de rua em São Paulo

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Apenas 16% das ruas da cidade de São Paulo homenageiam mulheres. Pesquisa realizada pela ProScore revela que 84% das ruas que fazem referência a pessoas ilustres na metrópole nomeiam homens.

Iniciativa do jornal O Estado de S.Paulo visa debater a representatividade feminina nos tributos da cidade. Parceria com a agência FCB inclui campanha com o conceito #somosmaisque16porcento.

Como parte do projeto, será criado o primeiro banco de dados com nomes de mulheres que fizeram história no País a serem indicadas às homenagens dos espaços urbanos de São Paulo.

O estudo será entregue à Câmara dos Vereadores com o intuito de incentivar a mudança destes 16%. Para se ter ideia da discrepância, há em São Paulo 1.170 ruas homenageando doutores e apenas 11 à doutoras. O mesmo se aplica a professores, com 637 nomes de ruas e apenas 79 de professoras.

“Essa é mais uma ação do Estadão, que trata de forma inovadora e transformadora um dos temas abordados com frequência em nossa cobertura editorial, o preconceito com as mulheres”, explica Marcelo Moraes, Diretor de Marketing Publicitário do jornal.

No site específico será possível votar em nomes de mulheres pré-selecionadas por seu histórico e/ou indicar o nome de outras. Para cada nova indicação, será necessário fazer uma justificativa sobre a escolha dessa mulher e o upload de uma foto dela.

“Com esta ação não haverá mais desculpas para essa estatística continuar assim. Novamente, o Estadão quer levantar questões importantes sobre a forma como as mulheres são retratadas na sociedade”, explica Joanna Monteiro, Chief Creative Officer da FCB.

Criação de Marilu Rodrigues, Lucas Saicali, Juliana Utsch e Lucas Succi, com direção criativa de Fábio Simões e direção geral de Joanna Monteiro.

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ONG LANÇA CAMPANHA DE ANTI-CONSUMO

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Com o conceito “Amigo Não Se Compra”, ação estimula adoção de pets

Criada pela Neogama, uma inédita campanha anti-consumo de animais de estimação visa estimular a adoção de pets em vez da compra.

Assinada pela ONG Move Institute de proteção animal, a ação carrega o conceito “Amigo não se compra. Se adota”.

A estratégia inclui a exposição de caixas de produtos no formato de cães e gatos em centros comerciais de grande circulação de pessoas, aproveitando o movimento do Natal. A mensagem convida à reflexão e uma visita à página da instituição, onde é possível conhecer animais à espera de um novo dono.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a estimativa é de que no Brasil exista mais de 30 milhões de animais abandonados, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães.

Nas grandes cidades, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados.

Criação de Ligia Mendes, Fábio Queiroz, Fernando Patrucci e Luiz Paulo Gatti, com direção criativa de Fabio Mozeli e Marcio Ribas, e direção geral de Alexandre Gama.

Direção geral de Mídia de Luiz Gini. Produção do vídeo da Primitivo, com direção de Roberto Studart e fotografia de Michel Gomes. Fotos da Shuttrstock e áudio da Big Foote Music + Sound.

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NA GARRAFA, O MAR PEDE SOCORRO

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Mil garrafas com mensagem de socorro assinada pelos oceanos e os peixes levam às pessoas a indignação pelo descaso com que o governo brasileiro vem tratando o problema da pesca predatória.

Desde 2011 não se coleta neste país dados sobre a pesca, o que libera o tipo da atividade, as embarcações e a quantidade de peixe que se retira dos mares.

A ideia da mensagem é a base de campanha que a ONG Oceana lança nesta quarta-feira (14) em Brasília, criada pela agência Escala.

O objetivo é enviar um abaixo assinado através de e-mail, twitter e facebook ao governo. São necessárias milhares de assinaturas para que haja uma reação oficial e a decisão de se controlar uma riqueza nacional.

As garrafas que submergiram em uma praia impactaram e indignaram as pessoas, mesma reação que se espera do público através do filme “OceanoPedeAjuda“.

Criação de Flávio Waiteman, Renan Bulgari, Daniela Andrade, Joathan Jamilton. Produção da Atelier de Recife, com direção de cena de Marcelo Correa e som da Jamute;

A Oceana é uma organização não governamental que trabalha com a proteção dos oceanos em todo o mundo.

“Essa é uma atividade que não precisa licenciamento ambiental ou análise de risco. Precisamos, no mínimo, ter dados confiáveis sobre essa atividade para viabilizar uma gestão adequada. Estamos explorando a vida marinha às cegas, justifica Monica Peres, bióloga marinha e diretora-geral da Oceana no Brasil.

“Os peixes e outros animais marinhos são nosso bem comum. Cuidar deles é um dever de todos, mas cabe ao governo estruturar um sistema adequado e transparente de informações para subsidiar o manejo da pesca”, completa.

As mensagens aos ministros Blairo Maggi, da Agricultura, e José Sarney Filho, do Meio Ambiente, poderão assinadas e enviadas pelo próprio Facebook, pelo Twitter ou pelo hotsite exclusivo da ação.

 

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UM REFUGIADO PARA O SEU NATAL

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Olga Yavo, da Costa do Marfim

O brasileiro que quiser comemorar o Natal de uma forma diferente, praticando uma ação social e recebendo em troca uma experiência de vida e um prato típico, é só convidar um dos 8 mil refugiados legais ou 28 mil ainda não reconhecidos que vivem no país.

Isso é possível através do site “Meu Amigo Refugiado, parte do projeto criado pela agência NBS e Posterscope Brasil, empresa de OOH do grupo Dentsu Aegis.

Um vídeo mostra algumas dessas pessoas e suas histórias e motivos que as levaram a deixar suas nações e pedir abrigo aqui no país, onde esperam se integrar à sociedade.

Quem participar do projeto e convidar um refugiado para o Natal da sua família, poderá trocar informações culturais e provar uma comida típica diferente na ceia.

“A ideia de mostrar quem são essas pessoas é gerar empatia. Quando um brasileiro conhece a história de um refugiado de perto, percebe que é uma pessoa igual a ele, que tem uma profissão, uma família e muitos talentos. É isso que quebra o preconceito e abre muitas portas para eles”, diz Jonatan Berezovsky, fundador do Migraflix, ação social que promove a integração de refugiados e imigrantes.

Criação de André Havt, Bernardo Cople, Bob Ferraz e Mila Zindeluk, com direção criativa de André Lima, Carlos André Eyer e Marcelo Noronha. Produção da BR Cinema, com direção de cena de Bruno Rodrigues e áudio da Satélite.

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