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PERU VENCE MARATONA JOVENS CRIATIVOS

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Marcelo e Thiago com Daniel Marcet, diretor do Fiap

Maritza Mercado e Victor Luna, da McCann de Lima, Peru, foi a dupla ganhadora da Maratona Jovenes Creativos do Fiap 2014, realizada em Miami durante o festival. Das oito duplas previstas, seis participaram da final, com apresentação no auditório do Eden Roc Renaissance Hotel. Pela primeira vez desde a criação dessa competição não houve participação da Argentina. Atravessando problemas econômicos, o País não conseguiu viabilizar a presença de representantes. Outra dupla que não compareceu foi a representante do mercado hispânico norte-americano. Profissionais de agências diferentes, foram envolvidos recentemente em disputa de concorrência e preferiram abrir mão do concurso. O Brasil, representado pela dupla de estudantes da Universidade Anhembi Morumbi Marcelo Lima (diretor de arte da Gaia Creative) e Thiago Ribeiro (redator estagiário da Peralta Propaganda) chegou perto da vitória. Junto com os peruanos, foi responsável pelas melhores apresentações. Os jovens criativos tiveram que apresentar campanha de lançamento do Yes We Ad, uma plataforma de criativos independentes disponíveis para atender principalmente pequenos e médios anunciantes. Através da web, esse balcão de negócios funciona em duas mãos, a partir de idéias pré-concebidas para vários segmentos e também a partir de briefing dos anunciantes. O trabalho, em regime free-lancer, é pago quando houver interesses comuns entre as duas partes.

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HAVAIANAS: DA PERIFERIA À 5ª AVENIDA

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Rui Porto: cara do Brasil e sucesso mundial

Criadas em 1962 pela centenária São Paulo Alpargatas, indústria de calçados e acessórios fundada em 1907, as sandálias Havaianas se tornaram a “cara do Brasil” no mundo. Há 20 anos, um processo de reestruturação de marca, comanda por Rui Porto, fez as sandálias chegarem à Europa, onde desfilam pela Champs Elisées e outras vias famosas, e à 5ª Avenida em Nova York. Há 28 anos na empresa, Porto é atualmente cmo (chief media officer), atuando como consultor externo. O executivo fechou o ciclo de palestras do Fiap 2014, no Eden Roc Renaissance Hotel, em Miami Beach. Como ele explicou, pela originalidade e praticidade, o produtor foi adotado desde o início de sua fabricação pela população de menor poder aquisitivo do Brasil. Ou seja, a maioria dos habitantes do País. Chegou ao ápice em 1988, quando vendeu 88 milhões de pares. Até então, era a sandália de borracha que não deformava, não soltava as tiras nem tinha cheiro. Vendiam-se Havaianas em pequenos mercados, sem displays, atiradas em caixas de papelão. O custo baixo indicava um grande benefício. No início dos anos 90, porém, a Alpargatas visualizou o fim do produto em poucos anos, pelo baixo rendimento. Aí entrou em ação Rui Porto e seu estilo ousado de marketing. Em parceria com a Almap BBDO e a produtora Cine (relembre o Videoblog do case), revolucionou a comunicação da marca. “Sabíamos que se o povo usava Havaianas para trabalhar em tarefas simples, uma parcela da população formada por personalidades também tinha adotado Havaianas para o lazer”, explicou. Assim nasceu o case publicitário mais importante do Brasil, que chegou recentemente ao 100º comercial produzido e milhares de páginas de revistas em forma de anúncio. “Focamos no público A e B mostrando que seus ídolos esportivos, artistas e socialites também usavam Havaianas”, conta. A expansão internacional da marca começou efetivamente em 2006. Até 94 apenas dois países sulamericanos vendiam Havaianas: Bolívia e Equador. Hoje, a marca pode ser encontrada em 106 diferentes nações como o produto brasileiro mais identificado com o país das praias, do verão e do lazer. De um único modelo em 4 cores, Havaianas virou um coleção em 400 diferentes versões e até modelos exclusivos com design de grifes como H.Stern, Celine e Valentino, em edições especiais. Em 2012, quando a marca chegou à China, atingiu o volume de 230 milhões de pares fabricados por ano. Atualmente esse número chega a 245 milhões, o que representa 10 pares por segundo produzidos em três fábricas no Brasil.

 

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DENTSU AEGIS ASSUME CONTROLE DA NBS

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Sócios brasileiros continuam no comando da operação

Os sócios atuais da brasileira NBS continuam tendo participação acionária e serão mantidos na gestão. A agência, porém, passa a fazer parte a partir de agora da multinacional de origem japonesa mas com sede inglesa, Dentsu Aegis Network. Fundada há 12 anos e com crescimento em progressão geométrica, a NBS vinha sendo assediada por vários grupos internacionais. Em sua carteira de clientes, conta com marcas como Oi, Bomnegócio.com, Petrobras, Coca-Cola e O Boticário, entre outras. As conversas com o grupo Aegis Media começaram há aproximadamente três anos. Nesse período, o Aegis Media foi adquirido pelo grupo japonês Dentsu, formando assim a Dentsu Aegis Network. A NBS vai manter sua independência e seu nome original, surgido a partir da expressão nobullshit. A agência atua com escritórios no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, ondem mantém 380 funcionários. A Dentsu Aegis Network é considerada a primeira rede global de comunicação preparada para a era digital. A operação conta com oito marcas globais (iProspect, Isobar, Posterscope, Carat, Vizeum, Dentsu, Dentsu Media e mcgarrybowen), além de operações multi-mercado (Amnet, Amplifi, Data2Decisions, Mitchell Communications PR, e psLive and 360i). Com sede em Londres, atua em 110 países com 23 mil funcionários e  é o terceiro maior grupo mundial de comunicação. O comando da NBS inclui os sócios Cyd Alvarez, Dudu Godoy, André Lima, Roberto Tourinho e Antonino Brandão (executivos), Otto de Barros Vidal Jr e Pedro Feyer (conselheiros).

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COPA IBEROAMERICA: BRASIL NOTA DEZ

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Júri: cinco notas dez para Dove

Área de premiação exclusiva do Fiap, a Copa Iberoamerica 2014 destacou o Brasil com 5 dos 9 troféus concedidos. Essa disputa envolve apenas os Ouros do festival, independente da mídia, em categorias abrangentes. Só há um trabalho ganhador em cada categoria. O julgamento foi realizado ao vivo, no salão de conferências do Eden Roc Renaissance Miami Beach. Os jurados foram Mário D’Andrea, presidente da Dentsu Brasil, Samuel Estrada, VP Criativo da McCann Colômbia, Beto Nahmad, eco da VCCP da Espanha, Claudio Campistó, head of art da DDB do Chile, e Norberto “Norby” Zylkeberg, VP Criativo da Latinworks dos Estados Unidos. Almap BBDO, com 3 trabalhos, Ogilvy e Borghi/Lowe com um cada garantiram a supremacia brasileira. Os vencedores: Alimentos e Bebidas- “Cámaras de Seguridad”, da Wunderman Argentina para Coca-Cola; Higiene e Beleza- “Retratos da Real Beleza”, da Ogilvy Brasil para Dove (único vencedor por unanimidade, com cinco notas dez dos jurados); Eletrônicos e Acessórios- “Megaprint”, da Almap BBDO para HP; Vestuário e Calçados- “Perfect Pace”, da Borghi/Lowe para Asics; Automóveis- “Ângulos”, da Almap BBDO para Volkswagen; Bem Público- “Signslator”, da TBWA Espanha para Anicols; Institucional- “85 Segundos”, da Almap BBDO para Getty Images; Serviços, Transporte e Telefonia- “Fans”, da Y&R Argentina para TYC Sports; Meios de Comunicação- “Rock para Leer”, da Latin Works dos Estados Unidos para Marvin.

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BRASIL BEM EM CRIATIVIDADE EFETIVA E DESIGN

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Bentley e Xixi: Sol de Ouro, Sol de Fuego

O mercado brasileiro se saiu muito bem em Criatividade Efetiva, área que estreou no Fiap e teve Cris Duclos, diretora de Imagem e Comunicação da Vivo, como presidente do júri. O País ganhou o único Ouro da premiação com “Enterro do Bentley”, da Leo Burnett Tailor Made para Associação Brasileira de Doadores de Órgãos. Além disso, conquistou o Sol de Fuego, troféu especial dessa área na categoria “Clássicos de Iberoamerica”. O trabalho vencedor foi “Xixi no Banho”, da F/Nazca para SOS Mata Atlântica. Dos 10 prêmios concedidos, agências brasileiras ficaram com 7. Além do Ouro e Sol de Fuego, Prata para “Break up”, da Peralta para Bel Vita, da Mondelez, “Vem pra Rua”, da Leo Burnett para Fiat, “Loja Vazia”, da Loducca para Shopping Villa Lobos, “Bandeira da Paz”, da Wunderman para Federação Paulista de Futebol, e “Skol Design”, da F/Nazca para Ambev.

Livro-Bola: Ouro em Design

Em Design, com as presenças no júri de Fred Gelli, da Tátil, e Fábio Seidl, da Lapiz Leo Burnett de Chicago, representando o mercado hispânico norte-americano, o Brasil quase chegou ao Grand Prix com “Livro Bola”, da Almap BBDO para a Fundação Casa do Zezinho. Por opção do presidente do júri, o argentino Diego Giaccone, a área não teve dois trabalhos como GP. Assim, o Gran Sol ficou com a Alma DDB dos Estados Unidos com “The Glad Tent”, para Clorox. Mesmo assim, o Brasil ficou com 8 dos 11 prêmios concedidos nessa área. Além do Ouro da Almap, o júri concedeu Prata para “Blisters” e “Poltrona”, ambos da F/Nazca para Skol, “Loja Vazia”, da Loducca para Shopping Villa Lobos, “Alfabeto”, da Leo Burnett para Fiat e “Flipbook”, da Almap para Getty Images. Ainda ganharam Bronze dois trabalhos da Almap: “Cartão de Visita”, para Boticário, e “Audi Collection”. Resultados completos dos prêmios no site do Fiap.

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DOVE CONQUISTA SEU 4º GRAND PRIX

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"Loja Vazia" da Loducca e Fãs Imortais, da Ogilvy: Ouro em Inovação

O Brasil aumentou para 7 o número de GPs conquistados na 45ª edição do Fiap, que está sendo realizada em Miami. O case “Retratos da Real Beleza”, da Ogilvy para Dove, ganhou seu 4º Grand Prix, desta vez na área Interactivo. O Brasil foi representado nesse júri por Flávio Medeiros, diretor de Criação da Heads Rio de Janeiro. Nessa área o País ainda ficou com um Sol de Ouro, para “Perfect Pace”, da Borghi/Lowe para Asics. O trabalho de Dove já havia conquistado os prêmios máximos em Cine/TV, Campanhas Integradas e Promo. Na área Promo & Ativação o jurado brasileiro foi Marco “Pernil” Gianelli, da Almap BBDO, agência que conquistou um Ouro com “Megaprint”, de HP. Em Inovação em Meios, área que teve Alexandre Peralta como jurado brasileiro, o País ganhou dois Ouros, com “Loja Vazia”, da Loducca para a Campanha do Agasalho do Shopping Villa Lobos, e “Immortal Fans”, da Ogilvy para o Sport Clube do Recife. Não houve GP nessa área. Em Imprensa e Relações Públicas, que teve o Gran Sol de Iberoamerica concedido para “O Enterro do Bentley”, da Leo Burnett Tailor Made para Associação Brasileira de Doadores de Órgãos, o Brasil ganhou ainda um Ouro para o vencedor “Retratos da Real Beleza”, da Ogilvy para Dove. O País foi representado no júri por Patricia Carbonell, da Perspectiva.  O Gran Sol de Radio ficou com os Estados Unidos, para a agência Latin Works com “Canciones”, do Cine Las Américas. Pernil, da Almap, foi o jurado nacional. Na área de Técnicas de Produção Audiovisual o Grand Prix foi para “Euro Millones”, da McCann da Espanha. O jurado brasileiro nessa área foi Eduardo Tibiriçá, da Bossa Nova Films. Na área Criatividade Independente em Redes Sociais o Brasil ganhou um Ouro com “Tweet Censurado”, da DM9 DDB para Anistia Internacional. A relação completa de prêmios do Festival Ibero Americano de la Publicidad 2014 você confere no site do evento.

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BRASIL JÁ TEM SEIS GRAND PRIX

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Campanha "Ângulos": GP de Gráfica

Com “Enterro do Bentley”, para Associação Brasileira de Doadores de Órgãos, a Leo Burnett Tailor Made conquistou o Grand Sol de Prensa y Relaciones Públicas do Fiap 2014. Outro resultado, este ainda não oficial, indica que “Retratos da Real Beleza”, da Ogilvy para Dove, ganhou seu terceiro GP nesta edição do Festival Ibero Americano de la Publicidad. Depois de Cine/TV e Campanhas Integradas, o trabalho de Dove conquistou também o GP de Promo e Ativação. Os outros dois prêmios máximos, ambos da Almap BBDO, foram confirmados oficialmente neste primeiro dia do evento. A agência ganhou o GP de Gráfica com a campanha “Ângulos”, para Volkswagen, e de Via Pública com “Megaprint”, para HP.

"Megaprint": GP de Via Pública

A abertura da programação de palestras do Fiap 2014, realizado em conjunto com a conferência anual da AHAA, associação de agências de publicidade  hispânicas dos Estados Unidos, teve como protagonista Rupert Murdoch. Presidente da News Corp, que engloba entre outras empresas a 21st Century Fox, os canais Fox e o NY Times, o magnata australiano da comunicação falou sobre a importância do mercado latino nos Estados Unidos. Conforme ele lembrou, a população latina neste país é de 53 milhões de pessoas e tende a dobrar em 5 anos. Murdoch confessou que apesar de seu QG em Nova York, foi a primeira vez que esteve em Miami, cidade que para ele representa a Nova América. Representando a mídia norte-americana, disse que as empresas do setor são desafiadas diariamente para atingir um novo público que inclui tanto os hispânicos mexicanos ou cubanos, como brasileiros, indianos e chineses. O empresário lembrou que os maiores anunciantes norte-americanos já investem US$ 4,470 bilhões nesse target, entre propaganda e desenvolvimento de serviços. “Falta muito mais, já que o consumidor hispânico demonstra vontade em ter mais entretenimento. Os grandes anunciantes devem se espelhar em marcas como L’Oreal, Ford, Toyota e Procter & Gamble, que focam nesse público”, disse.

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