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NOMAD MODERNIZA OPERAÇÃO COM IA

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Produtora lança braço de IA para combinar live action com tecnologia avançada

Caio: ferramenta para abrir caminhos

Fundada em 2021 pelo diretor Caio Abreia como NomadNation, a produtora completa 5 anos abreviando seu nome e passando a contar com a Nomad AI.

O novo braço se dedica à aplicação estratégica da inteligência artificial na produção audiovisual, integrando tecnologia de ponta a processos já consolidados de live action, pós-produção e narrativa cinematográfica.

A proposta da Nomad AI é expandir as fronteiras da criação sem substituir o olhar humano. A inteligência artificial passa a atuar como ferramenta complementar seja na concepção visual, no desenvolvimento de ambientes digitais, na otimização de processos ou na construção de narrativas híbridas que combinam o real e o virtual.

Com representação comercial no Rio de Janeiro, São Paulo, Los Angeles e Miami, a Nomad mantém como core business oferecer um mix de especialidades, viabilizando produções em qualquer lugar do mundo.

A atual Nomad é reconhecida por atuar na produção de filmes publicitários e conteúdo de marca, tendo em seu portfólio trabalhos para marcas como Uber, Samsung, Mormaii, Loterias Caixa, Estácio, Vivo, Sicredi, Senac, Fundação Bradesco, Pixbet e Hapvida, entre outras.

“Estamos sempre em busca do melhor resultado para o projeto, seja filmando no Brasil, nos Estados Unidos, na América Central ou na Ásia. Somos uma nação de alma Brasileira, mas sem um CEP definido”, diz Caio Abreia.

No modelo da Nomad AI, cada projeto é pensado como um diálogo entre linguagens: o humano e o digital, o set físico e o ambiente virtual, a direção cinematográfica e os algoritmos.

A inteligência artificial entra como meio para ampliar possibilidades visuais, propor soluções técnicas e viabilizar ideias que antes dependiam exclusivamente de grandes estruturas ou orçamentos elevados.

“A tecnologia, para nós, não é um fim. É mais uma grande ferramenta para que ajuda muito a resolver problemas orçamentários e abrir caminhos que antes não existiam”, completa Abreia.