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TSE LANÇA MASCOTE PARA CAMPANHA 2026

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Pilili é o símbolo das eleições deste ano e deve participar de festas populares

Pilili e a ministra Carmén Lúcia

Em final de um mandato que termina no próximo mês de junho, a ministra Carmen Lúcia, presidente do TSE comandou a celebração de 30 anos da urna eletrônica no Brasil e apresentou Pilili, mascote da Justiça Eleitoral.

A concepção da Pilili começou em 2023, a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web da Secretaria de Comunicação e Multimídia do Tribunal Superior Eleitoral.

O personagem passa a integrar as estratégias de comunicação da Justiça Eleitoral e tem a missão de ampliar a conexão com o público e traduzir, de forma acessível, valores como segurança, transparência e confiabilidade das próximas eleições no país.

A apresentação oficial aconteceu nesta segunda-feira (4), na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em um evento que marcou o início da presença pública da personagem. 

Pilili surgiu em um processo criativo conduzido da agência, que envolveu estudos de linguagem visual, comportamento e identificação simbólica com a população brasileira.

“O nome “Pilili” nasce do som característico emitido pela urna eletrônica no momento da confirmação do voto, um elemento sonoro já incorporado ao imaginário coletivo e ressignificado como identidade afetiva”, explica Larissa Ferrari, co-CEO da Octopus.

Com traços simples, expressivos e versáteis, Pilili foi desenhado para transitar em diferentes formatos e plataformas, permitindo sua aplicação em campanhas institucionais, ações educativas e iniciativas de engajamento acompanhando a lógica contemporânea de comunicação multiplataforma.

Sem gênero definido, já que nasceu da inspiração de uma máquina, a mascote representa a neutralidade, sem estereótipos. Sem voz, se comunica por gestos e também de forma gráfica, por meio de textos em legendas e balões de fala em animações e posts.  

Pilili se dispõe a incorporar acessórios que representam as culturas e os costumes de cada região, assim como participar de festas juninas e outras festividades. 

“Como ícone de proteção e confiabilidade, o personagem reflete a trajetória de uma invenção 100% nacional que, há 30 anos,  mudou para sempre a história das eleições”, completa Larissa.