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BYD PROVA ECONOMIA COM GASOLINA A R$ 0,80

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Montadora promove ação em posto de combustível e compara com o seu Mini Dolplhin

Para mostrar na prática que existe uma alternativa mais econômica aos veículos movidos à combustão, a BYD levou a comparação do custo com modelos elétricos direto para a bomba de combustível.

Criada pela agência We, a ação “Custa Pouco Rodar Muito” foi realizada em um posto de serviço localizado na zona sul de São Paulo, e abasteceu mais de 200 veículos concorrentes nesta quinta-feira (16).

Após abastecer com o preço de 80 centavos o litro de gasolina, no recibo os motoristas receberam a mensagem “Isso é o que você pagaria para rodar de BYD Dolphin Mini. O elétrico que faz 280KM por 30 reais”, .

Sem saber que se tratava de uma ação de marketing, os motoristas que passavam pelo local se impressionaram com o valor oferecido. Rapidamente, uma fila de carros rapidamente se formou ao longo da avenida.

A ação evidenciou de forma concreta, a diferença de custo entre os modelos elétricos e os veículos tradicionais.

“O brasileiro sente diariamente o impacto do preço do combustível. Nosso objetivo foi tangibilizar o quanto a mobilidade elétrica pode ser mais econômica, trazendo essa comparação para um contexto real e acessível. O BYD Dolphin Mini é a prova de que já é possível rodar mais, gastando menos”, diz Alexandre Baldy, VP Sênior da marca no Brasil.

A gente quis transformar um argumento racional em uma experiência impossível de ignorar. Quando o consumidor vê e vive o preço real de rodar com um elétrico, a percepção muda na hora. Custa Pouco Rodar Muito é sobre isso: tornar evidente uma diferença que já existe, mas que pouca gente consegue dimensionar no dia a dia”, explica Armando Araújo, CCO da We.

Para chegar ao valor na bomba, foi considerado o consumo médio dos carros a gasolina no Brasil (Km/L), média do custo da gasolina no país, além da autonomia do BYD Dolphin Mini e do custo da energia em São Paulo.

Criação de Victor Breda, Gabriel Gakas e Danilo Cajaíba, com direção criativa de Lenadro Marchiori e Marcos Hosken, direção executiva de Carla Cancellara, Kleyton Mourão e Carlos Schleder, e direção geral de Armando Araújo.

Aprovação de Alexandre Baldy, Pablo Toledo, Giu Montoya e Renan Beca.