Televisão
BOMBRIL NO PESADELO NA COZINHA
Publicado emPalha de aço sinônimo de categoria é a primeira marca fechada com a atração
Coprodução da Band, HBO Max e Discovery Home & Health, “Pesadelo na Cozinha” estreia a quinta temporada no próximo dia 20 com patrocínio de Bombil. Os episódios irão ao ar às sextas-feiras nos canais por assinatura e às terças-feiras na TV aberta.
Além dessa marca, as emissoras ainda negociam com outras empresas fabricantes de produtos relacionados ao tema da atração.
O programa estrelado pelo chef Erick Jaquin desta vez vai visitar 12 restaurantes dos estados São Paulo, Minas Gerais Horizonte, Bahia e Paraná.
Com 45 anos de carreira, Jaquin vai tentar salvar da falência estabelecimentos nas cidades de São Bernardo do Campo, Belo Horizonte, Porto Seguro e Foz do Iguaçu.
“As viagens mudam a rotina e surgem situações inesperadas. A gente acha que já viu de tudo, só que o pior ainda está por vir, então essa é a grande questão. Tem proprietário que não é do ramo, não demonstra amor pelo que faz nem possui conhecimento, porém acredita que domina o assunto”, diz o chef
As mudanças sugeridas vão desde os cardápios ultrapassados até as práticas de limpeza que, geralmente, passam longe do que é adequado. No entanto, até alcançar o resultado ideal, será necessário lidar com excesso de desorganização, trabalhadores desmotivados e gestões frágeis, formando um retrato realista das dificuldades do setor gastronômico.
Segundo o diretor Gabriel Hein, a pré-produção foi iniciada três meses antes das gravações.
“Contamos com uma equipe de casting em campo e recebemos inscrições. Mesmo assim, frequentemente precisamos convencer os comerciantes, pois muitos não enxergam os problemas da empresa. Buscamos diversidade culinária, de personagens e de conflitos”, explica.
Devido ao curto espaço de tempo, de uma semana em cada localidade, a reforma deve ser finalizada em 48 horas.
“Temos uma arquiteta que comanda um time de aproximadamente 30 funcionários, como pintores, eletricistas, encanadores e contrarregras. Conseguimos derrubar uma parede para abrir uma porta, mas sem erguer uma outra, porque o prazo é escasso. Varia de lugar para lugar”, completa.
Atritos familiares e as disputas entre sócios são expostos enquanto a tensão constante ligada à preservação das tradições e à aceitação de reformulações ronda todos os metros quadrados. Em alguns casos, os entraves não se limitam à comida e refletem relações desgastadas, falhas de comunicação e a falta de liderança clara.
Com expertise e uma postura direta e explosiva, aliada à empatia, o francês identifica as adversidades e assume a missão de provocar reviravoltas profundas internas e externas.
Diversas sugestões são mal recebidas, já que os locais carregam as próprias histórias, marcadas por resistência, frustração e medo de recomeçar.
