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GRUPO ABC CONCENTRA APPs DE TÁXI

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Alcir, Pilo e Matias, da Easy: foto Sergio Prado

A carioca Easy Taxi, pioneira no país, decidiu profissionalizar sua comunicação ao entregar sua conta publicitária à DM9 DDB. Autodenominado maior aplicativo de serviço de táxi da América Latina, a empresa inicia nova fase de concorrência contra a 99Taxis “dentro de casa”. É que sua principal adversária, que se considera a maior do Brasil, é cliente da Africa Zero, também agência do grupo ABC. E embora sem ter oficialmente uma agência, o Uber, serviço alternativo de transporte, que frequenta o mesmo público-alvo, utilizou os serviços da Pereira&O’Dell, da mesma holding, no final de 2014. A empresa, porém, até agora não se arriscou no mundo explícito do marketing, pelo menos enquanto enfrentar resistência dos motoristas credenciados pelo poder público. A Easy Taxi, lançado oficialmente em abril de 2012, surgiu quase um ano antes durante um evento de startups, no Rio de Janeiro. A concorrente 99Taxis apareceu em agosto daquele ano e ambas disputam a liderança por downloads e chamadas mas concentram 95% dos pedidos por telefone celular. Tanto uma quanto outra, que operam um dos Apps mais inovadores, úteis e funcionais dos dias atuais, atuam com recursos de fundos internacionais, que apostam no potencial do mercado brasileiro. A Easy teve entre 2012 e 2014 um aporte de R$ 170 milhões de fundos como o Alemão Rocket Internet, o russo Phenomenen Ventures e o iMena, dos Emirados Árabes Unidos. Em 2015, a 99Taxi recebeu R$ 5 milhões do fundo norte-americano Tiger Global Management e aportes do Qualcomm Ventures, dos Estados Unidos, e do brasileiro Monashees. “Hoje começamos uma desejada parceria com a DM9. Temos uma grande expectativa de realizar um trabalho que surpreenda o mercado e a certeza que estamos com o parceiro correto”, dizem Jorge Pilo e Fernando Matias, Co-CEOs da Easy Taxi. Por seu lado, os co-presidentes da agência, Alcir Gomes Leite e Paulo Queiroz, apostam no potencial de crescimento da marca.

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“CLOSED CAPTION” AGITA A PROPAGANDA

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Brancatelli: novo universo das marcas

Entrou em vigor no dia 3 deste mês de janeiro a obrigatoriedade do recurso Closed Caption em produções audiovisuais brasileiras, incluindo nesse pacote os filmes publicitários. A medida está inclusa na lei federal 13.146, sancionada em 6 de julho de 2015, criada para a inclusão da pessoa com deficiência. Com isso, todos os comerciais entregues nas emissoras para veiculação devem conter legendas acionadas pelos recursos dos aparelhos de televisão. A lei interfere diretamente no trabalho da propaganda em dois itens básicos: tempo de finalização e custo. Departamentos Jurídicos das agências estão recomendando, inclusive, que versões atualizadas de filmes já em veiculação sejam adaptadas, com novas claquetes. Algumas dessas agências providenciam o serviço internamente, quando mantém em suas sedes departamentos de produção, especialmente em caso de contas de Varejo. No mercado das produtoras, além do tempo adicional de finalização, de cerca de 12 horas, o trabalho vem proporcionando um custo adicional de até R$ 900 para cada peça.

Legendas obrigatórias em comerciais

Entre as empresas de Streaming, responsáveis pelo envio digital dos filmes às TVs, a A+V Zarpa vem acompanhando a evolução da aplicação da lei desde a sua sanção, há seis meses. A adaptação incluiu uma estruturação interna, com equipamentos e treinamento de profissionais, que resultaram numa equipe pronta para o trabalho a partir da exigência. “É importante que a Lei de Acessibilidade tenha enfim se tornado obrigatória e entrado em vigor, em respeito aos deficientes auditivos e visuais. Qualquer instrumento de acessibilidade beneficia não só os portadores de deficiência, mas também as marcas, que passarão a conversar com um novo universo de consumidores”, avalia Fabio Brancatelli, CEO da A+V Zarpa, do Grupo IMD, líder na América Latina. Com custo de R$ 200 e prazo de 2 horas por adaptação, a empresa iniciou o ano com um grande aumento no seu volume de negócios. “Estamos com alta demanda não só de trabalho, mas também de consultoria, intermediando a relação com todas as emissoras do país, com as quais somos conectados”, explica Alex Lima, diretor de Atendimento da A+V Zarpa e um dos pioneiros na implantação do streaming no Brasil.

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BETC CONQUISTA PEUGEOT NO BRASIL

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Gal e Ray: enfim, Peugeot

“O alinhamento é um processo longo. Claro que vamos cuidar da mídia de marcas que não tenham agência no Brasil, como Louis Vuitton, por exemplo, e ficar de olho nos clientes da BETC de Paris”. A declaração de Erh Ray em fevereiro de 2014, quando foi lançada a agência brasileira da rede, se concretiza agora com a conquista da conta da Peugeot no país, que estava na carteira da Y&R. Ao anunciar a decisão, Frederico Battaglia, diretor de Marketing da montadora no Brasil, afirmou: “A BETC reúne as qualidades de uma agência  moderna, comprometida com a emoção e o design, assim como nós. Além disso, é a agência da marca em todos os países, trazendo grandes oportunidades de sinergias para a Peugeot no Brasil”. A atual diretora geral da empresa no país é Ana Theresa Borsari, brasileira que entre outubro de 2013 e até dois meses atrás comandou a Peugeot na região Sudoeste da França, controlando a operação de 15o concessionárias. É primeira vez que a empresa tem no Brasil uma mulher e também uma profissional nacional em seu comando. Segundo informações, ela optou pelo alinhamento da conta de comunicação no Brasil na rede BETC, que realizou recentemente um job digital para a marca. Portanto, segundo fontes, não houve concorrência, ao contrário do que vem sendo divulgado no mercado. Erh Ray, por outro lado, garante que houve sim a concorrência envolvendo as duas empresas, com briefing e trabalhos. A agência de Ray e Gal Barradas irá atuar nos ambientes onoff-line. A comunicação local acompanhará o novo posicionamento mundial da marca, com ênfase para o estilo marcante, a qualidade superior e a experiência única de condução presentes em toda a gama de modelos. “A conquista da Peugeot nos consolida no mercado publicitário brasileiro”, comemora Erh Ray.  “É muito estimulante para nós trabalhar com uma marca nesta fase de grandes desafios no mercado, mas com charme e line-up de produtos à altura”, conclui Gal Barradas.

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MERCADO COMENTA E O BOTICÁRIO CONTESTA

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Últimos filmes em maio deste ano

A NBS não seria mais agência de O Boticário, conforme rumores no mercado carioca. O anunciante, que também opera sua conta institucional e de produtos com Almap BBDO e Heads, estaria encerrando sua parceria com o escritório do Rio de Janeiro da NBS. Em nota oficial, no final deste texto, a empresa contesta a informação. A agência conquistou parte da conta em 2012 para atender inicialmente as linhas Nativa Spa, Active e Capricho, dedicada ao target teen. Entre 2014 e este ano, porém, focou seu trabalho em produtos da linha Intense. Sua mais recente campanha, veiculada a partir de maio último, incluía os comerciais “Ponto de Vista” e “Circus”. O primeiro divulga desodorante e colônia sob o conceito “Você pode ser várias, mesmo sendo uma só” e o outro apresenta coleção de maquiagem, esmalte e trio de nécessaires de beleza. Essa campanha também teve a produção de anúncios para a mídia impressa, mídia exterior e vinhetas para TV e Internet. No ano passado a NBS conseguiu engajar a marca O Boticário no movimento “Rio, beleza que inspira”, aproveitando o lançamento de quatro fragrâncias inspiradas no longa-metragem “Rio Eu Te Amo”, patrocinado pela marca. Nota Oficial- O Boticário envia ao Blog o comunicado a seguir sobre a notícia: “O Boticário informa que a agência NBS segue sendo responsável pela gestão de comunicação de algumas marcas de O Boticário, como Nativa SPA e Intense. A Heads, por sua vez, atende o Grupo Boticário e faz parte do pool de agências estratégicas da companhia”.

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WPP MUDOU ACORDO PARA GARANTIR JUSTUS

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Justus: liderança estratégica

Raramente o grupo WPP e Roberto Justus, sócios em operação brasileira, divergem com relação à condução do negócio no país. Desta vez, porém, não houve acordo. Justus acreditava que, conforme estabelecido em 2010, poderia se afastar das empresas para se dedicar à sua carreira na televisão e à vida pessoal. Para a holding inglesa, porém, sua permanência à frente do grupo Newcomm torna-se fundamental por mais cinco anos, ou seja, até  2020. Um dos itens do acordo, entretanto, o conglomerado de “sir” Martin Sorrell vai cumprir à risca, comprando 80% da participação do empresário brasileiro na sociedade. Dessa forma, o WPP consolida sua posição de majoritário aumentando o share, mas terá Justus no comando para garantir o sucesso das agências Y&R, Grey, Wunderman, VML, Red Fuse e da prestadora de serviços Ação Premedia e Tecnologia. A sociedade entre os grupos Newcomm e WPP começou em 2004, quando Roberto Justus já se tornara uma realidade empresarial. Sua carreira publicitária começou nos anos 80, ao ser convidado para administrar as finanças, ou tomar conta da carteira (de dinheiro) de Eduardo Fischer. Depois de alguns anos de parceria, que resultou inclusive na criação da campanha ícone do mercado de cervejas, “Brahma Nº 1”, Justus partiu para a carreira solo fundando seu grupo Newcomm em 1988. Em 2002 a Y&R assumiu a liderança do ranking brasileiro de agências, que mantém até hoje. Em 2011 a sociedade ganhou um novo membro, Marcos Quintela, atual presidente da Y&R e futuro CEO do Newcomm em 2016. Da mesma forma, Justus deixa o comando executivo a passa a chairman, ocupando-se das diretrizes estratégicas e relações institucionais, além de avaliar futuras aquisições. Por outro lado, se ainda terá que apertar o tempo para a vida pessoal, a carreira televisiva estará garantida em 2016, quando comandará na Record os reality shows “A Fazend” e o novo “Power Couple”, o jogo dos casais.

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9INE E SPARK DIVIDEM COMUNICAÇÃO DA LIV

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Ronaldo Fenômeno vai atua como agência, mídia, anunciante e garoto-propaganda

Bellintani e Ronaldo: internacionalização

A agência de marketing esportivo e entretenimento 9ine e a Spark de comunicação de influência nas redes sociais, vão trabalhar juntas na divulgação da marca LIV de sucos integrais, chás, água de coco e bebidas antioxidantes. Com isso, Ronaldo Nazário, o “Fenômeno” do futebol, torna-se ao mesmo tempo anunciante e agência de 13 diferentes produtos. Provavelmente também como garoto-propaganda através de seus perfis no Twitter, Facebook e Instagram. Sócio da 9ine com Marcus Buaiz, e da Spark com Rafael Cocá, Ricardo Marques e Raphael Pinho, Ronaldo também se integra à sociedade da LIV, presidida por Luis Fernando Bellintani.  Para o empresário, a parceria atende o projeto de internacionalização da marca, enquanto que para o ex-craque representa diversificação de negócios. Desde que deixou os gramados em 2011, Ronaldo tem investido em vários tipos de empresas. Neste ano, já anunciou associação com Carlos Wizard, dono da rede Mundo Verde, para criar uma franquia internacional de escolas de futebol, e participação no time do Fort Lauderdale Strikers, da Flórida, integrante da segunda divisão do futebol dos Estados Unidos. “Nosso objetivo é a globalização da marca. Encontramos o melhor parceiro para disseminar a LIV pelo mundo”, comemora Bellintani.

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PESQUISA INDICA CAMINHOS DA PROPAGANDA

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Cresce a remuneração por “fee” e compra de mídia perde espaço

Pagliarini e Binder: conclusões e sugestões

Um amplo levantamento que envolveu 747 agências de 14 estados, além da série de workshops “Design Thinking Propaganda” com mais de 100 empresas do setor, permitiu à Fenapro construir um Panorama do Futuro do negócio. Conclusão da pesquisa da Federação Nacional das Agências de Propaganda e sindicatos regionais, mostra que num cenário de retração econômica e revolução digital, o anunciante não se contenta mais com a produção de peças e negociação de mídia. Os clientes querem soluções completas de comunicação, enquanto as agências precisam rever o formato de remuneração e assumir sua relevância no processo. No atual momento econômico do País, 31% das agências acreditam ampliar sua receita em 2015,s 34% estimam manter o faturamento e 36% admitem que haverá redução de ganhos. “As  iniciativas nos permitiram obter uma radiografia do setor  e apontar os caminhos futuros que visam assegurar a sustentabilidade dos seus negócios”, diz Glaucio Binder, presidente da Fenapro. A pesquisa, realizada pela Toledo & Associados ouviu 63% de agências da região Sudeste, 15% da região Sul, 9% do Centro-Oeste, 11% do Nordeste e 2% da região Norte. Segundo a pesquisa, a remuneração das agências já vem crescendo na direção dos contratos por fee regular  e success fee. Hoje, a receita obtida com taxa de veiculação representa 33% do total, enquanto serviços internos já são 20% da receita e contratos por fee e success fee são 17%. No Estado de São Paulo, os contratos por fee e success fee já são a principal fonte de receita. “A dependência da comissão de mídia e produção teve, como efeito colateral, uma desvalorização da criação e do planejamento”, revela Alexis Pagliarini, superintendente da Fenapro e idealizador do Design Thinking Propaganda. O Marketing Promocional e Eventos já representam 33% e 27% dos serviços oferecidos. Em contrapartida, a área de consultoria estratégica, na qual as agências querem crescer, ainda representa 1% dos serviços.

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CENP VALORIZA PESQUISAS DE MÍDIA

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Barsotti e Novaes: parceria técnica

Com o objetivo de aprimorar as pesquisas de mídia, o Conselho Executivo das Normas-Padrão e a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa assinaram convênio visando qualificar os métodos e processos e de avaliação das pesquisas destinadas ao mercado publicitário. A parceria entre CENP e ABEP prevê uma análise técnica dos pedidos de credenciamento de estudos de pesquisa de mídia. Dessa forma, a ABEP atuará como organismo técnico de consultas do Comitê Técnico de Mídia (CTM), podendo também ser chamada para analisar estudos já credenciados pelo CENP. “Num momento de amplas e profundas transformações nos hábitos, sobra a evidência indiscutível, ou seja, a pesquisa de mídia, que ao mesmo tempo é a bússola e o mapa para uma publicidade eficiente”, disse Duilio Novaes, presidente da ABEP. “O CTM, em parceria com a ABEP, torna possível a projeção, por meio das certificações concedidas pelo CENP, dos institutos locais de pesquisa, contribuindo para um salto de qualidade no planejamento publicitário dos anunciantes locais”, explicou Caio Barsotti, presidente do CENP. Para Sônia Leme, coordenadora do CTM, o convênio reconhece e valoriza a contribuição da ABEP, uma entidade que tem o respeito de mercado publicitário.

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VILA MADALENA ENFEITA SEU CIMENTO

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Visando criar uma decoração de Natal sustentável, aproveitando o cimento que impera em sua área, lojistas e proprietários dos famosos bares, cafés e restaurantes da Vila Madalena decidiriam inovar neste Natal. Com patrocínio da Gafisa, os mais de 200 postes do bairro estão ganhando uma decoração diferente com grafite e arranjos produzidos com garrafas PET, que formam o seu Jardim de Cimento. A ideia dos empreendedores do famoso bairro boêmio paulistano é valorizar seu espaço urbano com mensagens características desta época do ano, tornando-o mais humano. A ação vai contar também com a recém-criada Rádio da Vila, com programação totalmente focada no bairro, e com um Guia de Natal de lojas, ateliers, galerias, bares e restaurantes, além de ações nas Redes Sociais. A inauguração do Natal da Vila 2015 será no próximo sábado (28), às 10 horas, na Loja AoVivoTV, com um café da manhã para a imprensa, empreendedores da região e personalidades do poder público. “A harmonia entre todos os agentes do bairro é que vai nos dar a oportunidade de preservar e enriquecer o espaço público, colaborando para tornar a Vila Madalena num emblema de vanguarda da arte, mobilidade urbana, entretenimento, cultura, gastronomia e economia sustentável”, diz Nelson da Rocha, da Loja AoVivoTV, coordenador do projeto.

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OMNICOM ANUNCIARÁ COMPRA DO ABC

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Guga e Nizan: até 2020 no comando

O anúncio da saída de Bazinho Ferraz e sua BFerraz do grupo ABC, na última quarta-feira, segundo fontes do Blog, já fazia parte da negociação que resulta na compra da holding brasileira pelo multinacional norte-americana Omnicom, que segundo o colunista Lauro Jardim, do Globo, será oficializada nesta segunda-feira (23) em Nova York. Da mesma forma, a compra da parte majoritária da Loducca pelo ABC teve o mesmo motivo. Segundo informações, o grupo Omnicom exigia o controle das agências de comunicação do grupo de Nizan Guanaes e Guga Valente mas, por outro lado, não tinha interesse na agência de Live Marketing. O Omnicon, que detém as redes DDB, BBDO e TBWA, disputa com o francês Publicis e o inglês WPP a hegemonia mundial do mercado da comunicação. Segundo o colunista Jardim, o valor da transação, a maior da história da propaganda brasileira, alcança R$ 1 bilhão. As negociações foram iniciadas há cerca de seis meses, embora os sócios do ABC sempre tenham negado as conversas. Em sua sede na Big Apple, o grupo Omnicom também deve anunciar que Nizan e Guga continuarão no comando da operação da holding até 2020. Além dos dois, majoritários,o ABC tem em sua composição acionária o fundo Kinea, do Itaú e o grupo Icatu. Além do ABC, o Omnicom também é majoritário na Almap BBDO, na Lew,Lara, Mood e na ID digital, além das empresas de serviços Rapp, GMR, InPress Porter Novelli, Ketchum e FleishmanHillard. O ABC, maior grupo brasileiro e que chegou ao Top 20 mundial, opera as agências DM9 DDB, junto com o Omnicom, além da Africa, Loducca, Pereira & O’Dell, Escala, Morya, Tudo, Musica, CDN, NewStyle, Sunset, Salve, Rocker Heads e Mindigitall.

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