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BAZINHO E BFERRAZ DEIXAM O ABC

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Bazinho: voo solo

Devido uma colisão de rotas, o empresário Bazinho Ferraz e o grupo ABC anunciam sua separação.  Um dos mais importantes profissionais da área de eventos do país, Bazinho vendeu sua participação na holding de Nizan Guanaes e Guga Valente e recomprou 100% de sua agência, fundada em 2001 com foco nas áreas de Eventos e Promoção. Nos últimos anos, o grupo ABC passou a direcionar seus investimentos em empresas de comunicação digital, enquanto Bazinho se especializa no Live Marketing. A associação da agência ao grupo ABC ocorreu em 2006, quando Bazinho passou a comandar as áreas B e C da holding, de Branding Services e Content, que junto com a área A, de Advertising, formaram o maior grupo brasileiro de comunicação.  “Trabalhar com Nizan, Guga e o time do ABC foi uma experiência muito enriquecedora que levarei sempre comigo”, diz. “Além de acelerar o processo de expansão e ampliação da BFerraz, um projeto que já estava previsto, quero me dedicar a criação de uma holding de investimentos em outros segmentos potenciais do mercado” conclui. “Bazinho trouxe ao ABC uma experiência muito boa de conteúdo, entretenimento, branding e live, que seguirá conosco mesmo com ele trilhando seu novo caminho”, declarou Guga Valente, CEO do ABC.

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ABC INVESTE NA 301 E TROCA CONTA DE QUALY

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Sócios da 301 comemoram parceria

O grupo ABC é o novo sócio minoritário da 301, agência criada em janeiro de 2014 pelos sócios Wagner Martins, Gustavo Silveira, Fred Palma e Chico Barney, todos ex-Espalhe, e Rodolfo Mieskalo, ex-MTV. A empresa é especializada em produção, otimização e compra de mídia de vídeos online no YouTube e outras plataformas como Facebook e Twitter. A holding também registra uma troca da conta da margarina Qualy, da BR Foods, entre duas de suas agências. A verba publicitária da marca migrou da DM9 DDB para a Africa. O investimento na 301 atende tendência do mercado, onde o vídeo online já é a maior plataforma para circulação de conteúdo digital. O público brasileiro já está entre os que mais assistem vídeos na internet, com um índice de 77,3% de usuários a cada mês, taxa similar aos 78,4% registrados nos Estados Unidos. Dentro de nossa estratégia, criamos um novo modelo de negócios no ABC que batizamos de ABC Seed. São investimentos em companhias jovens e inovadoras e que estejam de alguma forma promovendo mudança no mercado de comunicação. A 301 é a primeira empresa do ABC Seed, e com ela ficamos mais perto da produção de conteúdo, do mundo do vídeo online e da compra de mídia de vídeo na internet”, explica Bob Wollheim, Head of Digital do grupo. “O ABC vem investindo cada vez mais em sua pegada digital, aliando nossa força inovadora com novos inovadores. Nosso objetivo é povoar o ecossistema das agências com empresas que acelerem ainda mais o ritmo de inovação de todo o grupo”, diz Nizan Guanaes, sócio fundador do Grupo ABC. “Fechar um acordo de investimento como este com menos de 2 anos de fundação é algo fora do comum. Os grandes grupos só costumam olhar para agências já estabelecidas”, comemora Wagner Martins, sócio fundador da 301. Parte dos investimentos na 301 serão usados para a abertura de uma célula da agência em Los Angeles, apelidada de “Silicon Beach” pela concentração de startups atuando na área de conteúdo digital. A 301 opera há um ano e 10 meses e trabalha com clientes como Ambev (Skol e Gatorade), Grupo SEB (Pueri Domus e COC), GE, PUC Paraná, Meu Móvel de Madeira e Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. A agência também acaba de assinar uma aliança com o programa “Pânico” para o desenvolvimento de seu canal no YouTube.

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POLENGHI INOVA COM QUEIJO GREGO

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Rodrigo: tirar o consumidor da rotina

Além de ter criado seu famoso iogurte, sucesso universal e lançado pioneiramente no Brasil pela Polenghi, a Grécia também registra o maior consumo per capita de queijos do mundo, com consumo de 29 quilos por habitante a cada 12 meses. Para se ter uma ideia dessa paixão, a segunda colocação é da França, com 26 quilos per capita, e em terceiro lugar está a Itália, com 23 quilos por habitante. O novo Polenghi Grego é cremoso e consistente, com exclusiva textura aerada. Desenvolvido a partir da suave acidez do iogurte grego com o delicioso queijo cremoso Polenghi, o produto pode substituir os tradicionais Cream Cheese, requeijão e manteiga. Além disso, é uma ótima fonte de proteína com teor 50% maior que o Cream Cheese Tradicional. O produto começou a ser fabricado após uma intensa pesquisa de mercado, que avaliou a categoria no Brasil e no exterior. “Os Gregos revolucionaram a categoria de iogurtes no Brasil e no mundo, com produtos diferenciados e de alto valor agregado. Chegou a hora de proporcionar uma nova experiência no mercado de queijos cremosos, tirando o consumidor da rotina. Temos certeza de que os brasileiros vão se apaixonar pelo sabor e leveza de Polenghi Grego”, aposta Rodrigo Araújo, gerente de Produtos da Polenghi. O conceito inovador chega para reforçar o novo posicionamento da marca, que passa por um intenso processo de ampliação e renovação de seu portfólio, se unindo ao tradicional Polenguinho, e aos demais lançamentos do ano, como o Creme de Ricota Polenghi e o Brie D’Amour Polenghi Sélection. A DPZ&T já prepara campanha publicitária de apresentação da novidade.

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VEM AÍ MAIS UM GRANDE ANUNCIANTE

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Comercial de Bozzano com o ator Murilo Rosa

Revelada através de comunicado nesta segunda-feira (2), a compra da divisão de Higiene e Beleza do grupo Hypermarcas pela multinacional Coty, vai proporcionar o surgimento de mais um grande anunciante no mercado publicitário brasileiro. A venda, no valor total de R$ 3,8 bilhões, inclui produtos como Bozzano, Risqué, Cenoura & Bronze, Monange, Paixão, Avanço, Éh e Contouré, entre esmaltes, desodorantes, protetores solar, colônias e perfumes. Conglomerado criado em 2001 por João Alves Queiroz Filho, o grupo Hypermarcas atua também nas áreas de, Higiene Infantil, Saúde, Produtos de Consumo, Dermocosméticos e Medicamentos. Nessa área comercializa marcas famosas como Doril, Coristina, Estomazil, Engov, Benegrip e Apracur, entre muitas outras.A Coty, fundada na França em 1904, tem entre seus produtos globais os perfumes Calvin Klein, Chloé e Davidoff, e o líder mundial de esmaltes, OPI. Quinto maior anunciante do Brasil em 2014, com investimento em mídia de R$ 585,8 milhões, atrás de Via Varejo, Laboratório Genoma, Unilever e Caixa, o Hypermarcas tem sua própria agência de publicidade, a My Propaganda, incluída entre as 15 maiores do país. E embora a house agency também assine algumas peças publicitárias, sua função principal é a negociação e compra de mídia. Dessa forma, o grupo utiliza os serviços criativos de várias outras agências do mercado, em especial a Woodycom, de Woody Gebara, autor da maioria dos comerciais do grupo. Atualmente presidido por Claudio Bergamo, o grupo começou a ser formado no início dos anos 2000 quando o empresário João Alves Queiroz Filho, o Junior, readquiriu a marca de esponja de aço Assolan, que havia vendido à Unilever junto com sua indústria de alimentos Arisco. Nesses 15 anos, uma série de outras aquisições realizadas, como das empresas Etti, DM Farmacêutica, Hydrogen, Mantecorp, Perfex e York, formaram um dos maiores grupos empresariais do país.

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A4 & HOLOFOTE JUNTA TALENTOS

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Paulo, Mai e Almir: experiência tripla

Três dos profissionais de maior destaque na área de Relações Públicas e Imprensa, com grande experiência nos mercados de agências, produtoras e anunciantes, juntam sua competência na nova A4& Holofote Comunicação. A assessoria vai operar baseada em 35 anos de atuação de Mai Carvalho, Paulo Figueiredo e Almir Soares, focados em construção de imagem e reputação das marcas. Ao lado dos sócios desde o início das duas empresas, Neila Carvalho e Claudia Kucharsky vão se responsabilizar pelo atendimento dos clientes. Agora, no mesmo portfólio, encontram-se marcas como as construtoras Esser e JHSF, grupo Fleury, Odonto-Prev, MASP, Casa Grande Hotel, Azeite Andorinha, Casa Cor, Deca, Duratex e Hello Kitty, entre outras.

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CACAU SHOW DE PORTA EM PORTA

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Kit com produtos para os revendedores

Com mais de mil e 900 franquias espalhadas pelo Brasil, a Cacau Show, marca lançada há 27 anos por Alexandre Costa, inova lançando serviço de vendas domiciliares. Considerada a maior rede de chocolates finos do mundo, deve chegar a 2 mil lojas em shopping centers, avenidas e ruas comerciais do país até o final deste ano. O novo serviço de porta a porta deverá representar em 3 anos cerca de 25% do faturamento da rede, prevê seu fundador. Iniciado em julho, o recrutamento de representantes deve formar um exército de 10 mil vendedores até dezembro.

Costa: 25% do faturamento

O investimento inicial dos candidatos é de R$ 178,50, custo do kit disponibilizado pela empresa. Além dos produtos que constam do catálogo para pronta-entrega, os revendedores também poderão receber encomendas especiais. “Temos franqueados que já alcançaram 30% de seu faturamento com o sistema de vendas diretas, e a tendência é de que os números continuem aumentando. Nosso projeto é para que o novo sistema agregue no crescimento das lojas e ofereça oportunidades para as pessoas que tenham interesse em trabalhar com nossos produtos e necessitem de horários mais flexíveis. Acreditamos que estamos trilhando mais um caminho de sucesso”, comemora Alexandre. A rede já está no ar com site específico para inscrições, cadastramento e solução de dúvidas sobre o sistema.

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SEM RESPEITO, NÃO TEM NEGÓCIO

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Um vídeo de quase 8 minutos que explica o papel do CENP na relação entre agências, anunciantes e veículos, discorre sobre o papel da atividade no mercado da comunicação. O principal objetivo da peça é enaltecer a autorregulação da propaganda no país, que atua baseada  nas regras do Conselho Executivo das Normas Padrão, pregando o respeito entre os componentes dessa cadeia. O vídeo traça um panorama da evolução da publicidade, dos anos 50 ao advento da autorregulação, em 1998. Também destaca sua importância como principal financiador dos meios de comunicação e de fonte de informação para as decisões do consumidor. “Sem a publicidade, não existiria liberdade de expressão. Com isso, a própria democracia seria atingida, já que a imprensa livre e independente é um dos seus pilares”, afirma Oscar Mattos, Gestor de Relações Institucionais da entidade. Como ele diz, as relações de consumo também seriam empobrecidas, uma vez que a maior parte das decisões dos consumidores começa a ser tomada a partir de um anúncio de um produto ou serviço que os interessa”. Esse audiovisual faz parte de um conjunto de ações que objetivam a disseminação de conhecimento a respeito do ambiente de autorregulação do mercado publicitário existente no Brasil.  Criado pela Zoégas e produzido pela Easy Filmes, o vídeo “A Publicidade Brasileira e a Autorregulação” também  está disponível no site do CENP.

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TOMORRO/// CHEGA COM CONCEITO DO UBER

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Teixeira, Bond e o sócio Demian Waldman

“Uber, maior empresa de táxis do mundo, não possui nenhum carro, AirBnB, a maior empresa de hospitality não tem nenhum quarto, e as maiores empresas de mídia, Google e Facebook, não produzem conteúdo. Queremos ser uma empresa global de serviços de tecnologia em marketing que não possui nenhuma agencia”, define Fernando Teixeira, que comanda a operação brasileira da consultoria norte-americana Tomorro///. A novidade foi anunciada durante o ABA Summit, evento da Associação Brasileira de Anunciantes, realizado em São Paulo. Jon Bond, fundador da Tomorro\\\ e considerado o Papa dos conceitos “Marketing de Guerrilha“, participou do encontro. Teixeira voltou ao Brasil após temporada de um ano no MIT (Massachussts Institute of Technology) e já atuou em agências como Grey Brasil e América Latina. Entre os clientes da Tomorro\\\ nos EUA estão a Virgin, Tropicana, Mozilla, Alger Financial, H&M e Hewlett Packard. A Tomorro\\\ oferece produtos de performance, personalização de conteúdo de mídia em vídeo, wi-fi no varejo, inteligência para área farmacêutica baseada em redes sociais, análise de blogueiros a partir de audiência de mídia programática e mecanismos antifraude. Segundo estudo divulgado pela ANA – Associação Nacional de Anunciantes do EUA e pela empresa de segurança digital WhiteOps, parceira da Tomorro\\\, 25% dos anúncios de vídeo, 11% dos anúncios de display, 17% do programático e 19% do ‘retargettting’ são gerados por consumidores falsos criados por criminosos cibernéticos, os bots. Para chegar a esse resultado foram analisadas 181 campanhas publicitárias de empresas como Anheuser-Busch InBev, Ford Motor Co, Verizon Communications Inc e Pfizer. Essas fraudes geradas por bots levarão anunciantes globais a perder US$ 6.3 bilhões em 2015 com publicidade digital. A Tomorro\\\ considera o combate à fraude uma prioridade e traz as melhores soluções neste sentido”, diz Jon Bond.

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PRODUTORAS DE SOM PEDEM SOCORRO

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Com prazo de 30 dias para saldar todos os compromissos financeiros que assumem para a realização de peças fonográficas, e indefinido para receber de quem a contrata, as produtoras de som estão pedindo socorro. Em comunicado ao mercado, a Associação Brasileira das produtoras de Fonogramas Publicitários alerta para o problema, atualmente sem solução. A Aprosom reclama dos não só dos atrasos de clientes anunciantes, como também de condições de pagamento que chama de insustentáveis. A diretora executiva da entidade, Ana Nogueira, assina carta que detalha o processo de trabalho das produtoras. Como diz, ao se qualificar para o trabalho, essas empresas assumem o compromisso de remunerar locutores, maestros, músicos e intérpretes, além de seus próprios funcionários e eventuais locações de equipamentos. Ela lembra que esses profissionais têm proteção legal pelas normas trabalhistas e dissídios coletivos de trabalho e devem ser pagos no prazo máximo de 30 dias da prestação dos serviços. O mesmo ocorre na renovação de concessão de direitos autorais, ficando a produtora com o ônus do pagamento aos profissionais. Os equipamentos alugados, por sua vez, são pagos no momento da contratação e pelo período da locação. Ana Nogueira lembra ainda no comunicado que ao emitir Nota Fiscal, as produtoras devem recolher os impostos incidentes, tanto os de âmbito municipal, quanto federal. E, sem capital de giro, em muitas ocasiões recorrem a empréstimos bancários, aumentando suas dificuldades financeiras. Ou seja, com os longos prazos impostos pelos anunciantes e, ainda com atrasos nesse pagamento, os anunciantes estão tornando o negócio de produção sonora absolutamente inviável. O documento termina com um apelo aos clientes, no sentido de que revejam sua política de pagamento para viabilizar a atuação das produtoras de som.

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QUEM (AINDA) TEM MEDO DO STREAMING?

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Vergeiro: questão de tempo

Com apoio total dos anunciantes, que chegam a economizar 80% do dinheiro gasto com entrega de material físico de veiculação na TV, o streaming de mídia já atinge 40% do fluxo publicitário no país. O modelo chegou ao Brasil oficialmente no início de 2012, através da Rede Record, com plataforma da Zarpa Media. Atualmente, todas as emissoras, de sinal aberto e por assinatura, também apoiam integralmente o processo, que não exige custos, a não ser na capacitação de suas exibidoras. A Globo, entretanto, está alertando suas afiliadas que, a partir de 2016, só aceitará a exibição de material transmitido através desse modelo de fluxo publicitário. Lançada no Brasil em fevereiro de 2012, a inglesa Adstream conquistou o mercado nacional e hoje lidera o segmento com 70% de participação. Consolidada em todo o mundo, a empresa atua com 42 escritórios e tem 20 mil destinos conectados digitalmente. No Brasil, entre seus 425 destinos, além das TVs atende também salas de cinema, mídia out of home, portais de Internet e sistemas de vídeos de bordo de companhias aéreas.  A Zarpa, que se uniu à chilena A+V, líder do setor na América Latina, detém uma fatia de 25%. Os 5% restantes estão com a sueca AdToox, cuja pequena participação deve-se principalmente à falta de infraestrutura no país e a dificuldade das empresas brasileiras resolverem seus problemas em Estocolmo. A parcela maior de 60% de entrega física de materiais representa, basicamente comerciais da área de Varejo. Agências e os anunciantes desse setor ainda confiam mais na entrega em mãos, com receio de que seus comerciais, geralmente finalizados em cima da hora, repletos de ofertas e segredos promocionais, podem não ir ao ar em razão das regras de prazo que o sistema de streaming exige. “Mas estamos sempre trabalhando para evoluir o sistema e poder atender todo o mercado. Nossa tecnologia é garantida, simples e não exige investimento dos parceiros. É só uma questão de tempo”, diz Celso Vergeiro, CEO da Adstream Brasil. Ele inclusive comemora a diminuição da resistência ao modelo por parte das produtoras. “No início elas conseguiam enxergar apenas a perda da receita que obtinham com a geração de um grande volume de cópias. E isso, agora, é cada vez mais desnecessário”, completa.

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