VOTAR É PARA TODAS AS PELES
Publicado emCampanha do TSE mostra eleitores de todas etnias e regiões do Brasil
Criada pela Octopus, agência de publicidade que atende o Tribunal Superior Eleitoral, e filmada pela Ilha Crossmídia, a campanha “Coisa de Pele”, das Eleições 2026, propõe um novo olhar sobre a nossa democracia.
O filme tem a cara e o ritmo da cultura popular brasileira, mostrando que o direito ao voto é construído diariamente por pessoas reais, em todos os cantos do país.
Inspirada na canção “Coisa de Pele”, de Jorge Aragão, a campanha conecta versos como “É o povo quem produz o show e assina a direção” ao protagonismo dos eleitores e eleitoras no processo eleitoral.
A narrativa percorre diferentes realidades brasileiras, da vida urbana às comunidades ribeirinhas e indígenas, destacando que cidadania, representatividade e participação política fazem parte da identidade nacional.
Gravado no Rio de Janeiro e no Amazonas, o filme tem uma estética vibrante, fotografia solar e personagens que representam os muitos “Brasis” que coexistem no território nacional.
Além do filme principal, a campanha contempla spots de rádio, peças para redes sociais e conteúdos informativos.
“Na Comunidade Indígena Cipiá, conversei com um barqueiro que já havia transportado urnas eletrônicas durante eleições. Ele contou que, na estiagem, há trechos em que o barco e os equipamentos precisam ser carregados no braço para que o voto chegue a comunidades distantes”, diz Bruno Grigoleto, diretor de Criação da Octopus.
“É uma história sobre cidadania e resistência, que traduz exatamente o conceito de Coisa de Pele, que a democracia é uma conquista diária, construída por mãos que remam, carregam e fazem acontecer. Quando a comunicação nasce desse propósito, ela deixa de ser apenas publicidade e se torna instrumento de transformação”, afirma.
A campanha também coloca em evidência a urna eletrônica como uma tecnologia brasileira a serviço da soberania popular. Ao relacionar os versos da música a temas como inclusão, diversidade e valorização da cultura nacional, o projeto aproxima a comunicação institucional do cotidiano das pessoas e amplia o diálogo com diferentes públicos.
“Desde o começo, a ideia foi falar de democracia e cidadania de uma forma mais humana, mais quente e mais próxima das pessoas. Era muito importante representar os muitos ‘Brasis’ que existem dentro do Brasil, do Norte ao Sul, e trazer essa pluralidade para o centro do filme”, explica Bruno Surian, diretor do filme, que contou com fotografia de Thiago Coghi, produção executiva de Mônica Favaretto Weffort e direção geral de Palu Rossi.
“Buscamos uma linguagem visual forte, com uma fotografia viva, solar e com movimento. O filme nasce justamente desse equilíbrio entre uma imagem mais sofisticada e um Brasil muito brasileiro, plural e próximo das pessoas”, finaliza.
