ARK INICIA OPERAÇÃO E PROJETA 2027
Publicado emNova produtora da unidade audiovisual da FSB Holding já tem projetos em desenvolvimento
Anunciado como Head de Operação da ARK Entertainment, Rodrigo Guimarães conta nesta entrevista que a produtora já negocia a realização de projetos documentais e longas de ficção para serem filmados no próximo ano.
A ARK se junto à Santeria e Aurora na unidade audiovisual do ecossistema de comunicação da FSB Holding. Guimarães explica como será dividido o trabalho com as outras duas produtoras.
O executivo atua há 25 anos no audiovisual, e empresta sua experiência para a ARK atuar na conexão entre marcas e conteúdos através de filmes e documentários, inclusive empresariais, contando também com incentivos.
Em sua carreira, ocupou cargos executivos e de liderança em players globais como Amazon MGM Studios, Warner Bros., 20th Century Fox, em órgãos de fomento Spcine, RioFilme, nas produtora Total Filmes e Panorâmica.
Como nova produtora do ecossistema audiovisual da FSB Holding, quais os limites da ARK com relação à Santeria e Aurora?
A Santeria e a Aurora têm atuação consolidada no universo da publicidade e da comunicação de marcas. A ARK chega para complementar este ecossistema, ocupando a vertical de entretenimento como filmes, séries, documentários, podcasts e projetos de branded entertainment.
A diferença está no modelo de criação e no tipo de valor gerado. Enquanto a publicidade tradicional trabalha com campanhas, frequência e impacto imediato, a ARK trabalha com narrativas, construção de audiência e valor de longo prazo. Além disso, ao contrário das “irmãs”, a ARK não possui diretores ou roteiristas atrelados à casa de forma exclusiva, a empresa trabalha de maneira vocacional, contratando no mercado os talentos de direção e roteiro que melhor se alinhem ao perfil de cada projeto.
ARK é uma plataforma de criação de propriedades intelectuais e seu foco inicial está na originação e no controle de conteúdo focado em histórias reais, cuja relevância perdure no tempo, e obras literárias, físicas ou digitais, todas com potencial de performance comercial em salas de cinema e ambientes de vídeo sob demanda.
A ARK também nasce com uma vocação muito forte para coproduções, nacionais e internacionais. De criadores com acessos a histórias a produtoras estabelecidas no mercado, nossas portas estarão abertas para unir forças.
Qual a diferença entre produzir para grandes estúdios distribuidores de longas-metragens e séries e criar condições de veiculação numa produtora de branded content?
Produzir para grandes estúdios e plataformas exige entender uma lógica muito clara de audiência, posicionamento de catálogo, performance, aquisição, retenção e engajamento. O projeto precisa responder a uma estratégia de conteúdo, a uma janela de distribuição e a métricas específicas de resultado.
No branded entertainment, a lógica é mais híbrida. O conteúdo precisa ter autonomia narrativa e qualidade de entretenimento, mas também deve dialogar com os objetivos estratégicos da marca, reputação, território, comunidade, memória ou influência.
A grande diferença está em integrar, desde o início, valores de marcas, conteúdo e modelo de circulação, plataformas, canais, redes sociais, eventos, imprensa, comunidades, mídia proprietária e possíveis janelas comerciais.
Quando você vê a Netflix com uma unidade de negócio focada na integração de marca e conteúdo e expandindo sua atuação para conteúdo no Brasil, percebemos que estamos no caminho certo.
Você acredita que Conteúdo atualmente vem suprindo boa parte das necessidades de comunicação das marcas? Será diferente trabalhar para distribuir o produto em novos veículos, inclusive em redes sociais?
Conteúdo não substitui publicidade, complementa sua atuação. Muitas necessidades de comunicação das marcas hoje exigem mais profundidade e permanência do que uma campanha tradicional.
O conteúdo permite construir território, reputação, comunidade e memória. Ele ajuda marcas a participarem do Zeitgeist (espírito de época) de conversas culturais sem depender apenas de interrupção, frequência ou mídia paga.
Conectar marcas a histórias transformadoras significa inclusive produzir biografias empresariais?
Com certeza, inclusive já temos uma em nosso portfólio e vamos buscar muito mais. Esse é um território que nos interessa muito, porque algumas das grandes histórias contemporâneas passam também pela trajetória de empresas, marcas, fundadores, empreendedores e movimentos de transformação econômica, social e cultural.
Nos Estados Unidos, esse tipo de conteúdo já se consolidou como uma vertente relevante do entretenimento. Filmes e séries sobre marcas, negócios e fundadores mostram que, quando existe conflito, visão, risco, ambição, transformação e personagens fortes, uma história empresarial pode dialogar com o grande público.
Queremos olhar para este universo com muita atenção. Não se trata de fazer um vídeo corporativo ampliado, mas de identificar histórias reais com potência dramática, relevância cultural e capacidade de conexão emocional.
Os clientes da FSB Holding serão os primeiros considerados para prospecção de projetos ou o mercado estará aberto para a ARK?
A base de mais de 450 grandes clientes da FSB, e seu forte grau de relacionamento com todos, é sem dúvida um ativo estratégico importante. Ela nos permite estar próximos de grandes empresas, setores e lideranças, que pode gerar oportunidades muito qualificadas tanto do lado de desenvolvimento de histórias, como do lado de parcerias para todos os nossos projetos.
Porém, nascemos como uma produtora aberta ao mercado. Vamos prospectar projetos com marcas do ecossistema FSB, mas também outras marcas, plataformas, canais, distribuidores, produtoras, investidores, talentos, agências e parceiros nacionais e internacionais.
Para finalizar, qual a previsão de colocar na rua o primeiro trabalho e quais os planos para a ARK ainda neste 2026?
Como nova produtora do ecossistema audiovisual da FSB Holding, quais os limites da ARK com relação à Santeria e Aurora?
A Santeria e a Aurora têm atuação consolidada no universo da publicidade e da comunicação de marcas. A ARK chega para complementar este ecossistema, ocupando a vertical de entretenimento como filmes, séries, documentários, podcasts e projetos de branded entertainment.
A diferença está no modelo de criação e no tipo de valor gerado. Enquanto a publicidade tradicional trabalha com campanhas, frequência e impacto imediato, a ARK trabalha com narrativas, construção de audiência e valor de longo prazo. Além disso, ao contrário das “irmãs”, a ARK não possui diretores ou roteiristas atrelados à casa de forma exclusiva, a empresa trabalha de maneira vocacional, contratando no mercado os talentos de direção e roteiro que melhor se alinhem ao perfil de cada projeto.
ARK é uma plataforma de criação de propriedades intelectuais e seu foco inicial está na originação e no controle de conteúdo focado em histórias reais, cuja relevância perdure no tempo, e obras literárias, físicas ou digitais, todas com potencial de performance comercial em salas de cinema e ambientes de vídeo sob demanda.
A ARK também nasce com uma vocação muito forte para coproduções, nacionais e internacionais. De criadores com acessos a histórias a produtoras estabelecidas no mercado, nossas portas estarão abertas para unir forças.
Qual a diferença entre produzir para grandes estúdios distribuidores de longas-metragens e séries e criar condições de veiculação numa produtora de branded content?
Produzir para grandes estúdios e plataformas exige entender uma lógica muito clara de audiência, posicionamento de catálogo, performance, aquisição, retenção e engajamento. O projeto precisa responder a uma estratégia de conteúdo, a uma janela de distribuição e a métricas específicas de resultado.
No branded entertainment, a lógica é mais híbrida. O conteúdo precisa ter autonomia narrativa e qualidade de entretenimento, mas também deve dialogar com os objetivos estratégicos da marca, reputação, território, comunidade, memória ou influência.
A grande diferença está em integrar, desde o início, valores de marcas, conteúdo e modelo de circulação, plataformas, canais, redes sociais, eventos, imprensa, comunidades, mídia proprietária e possíveis janelas comerciais.
Quando você vê a Netflix com uma unidade de negócio focada na integração de marca e conteúdo e expandindo sua atuação para conteúdo no Brasil, percebemos que estamos no caminho certo.
Você acredita que Conteúdo atualmente vem suprindo boa parte das necessidades de comunicação das marcas? Será diferente trabalhar para distribuir o produto em novos veículos, inclusive em redes sociais?
Conteúdo não substitui publicidade, complementa sua atuação. Muitas necessidades de comunicação das marcas hoje exigem mais profundidade e permanência do que uma campanha tradicional.
O conteúdo permite construir território, reputação, comunidade e memória. Ele ajuda marcas a participarem do Zeitgeist (espírito de época) de conversas culturais sem depender apenas de interrupção, frequência ou mídia paga.
Conectar marcas a histórias transformadoras significa inclusive produzir biografias empresariais?
Com certeza, inclusive já temos uma em nosso portfólio e vamos buscar muito mais. Esse é um território que nos interessa muito, porque algumas das grandes histórias contemporâneas passam também pela trajetória de empresas, marcas, fundadores, empreendedores e movimentos de transformação econômica, social e cultural.
Nos Estados Unidos, esse tipo de conteúdo já se consolidou como uma vertente relevante do entretenimento. Filmes e séries sobre marcas, negócios e fundadores mostram que, quando existe conflito, visão, risco, ambição, transformação e personagens fortes, uma história empresarial pode dialogar com o grande público.
Queremos olhar para este universo com muita atenção. Não se trata de fazer um vídeo corporativo ampliado, mas de identificar histórias reais com potência dramática, relevância cultural e capacidade de conexão emocional.
Os clientes da FSB Holding serão os primeiros considerados para prospecção de projetos ou o mercado estará aberto para a ARK?
A base de mais de 450 grandes clientes da FSB, e seu forte grau de relacionamento com todos, é sem dúvida um ativo estratégico importante. Ela nos permite estar próximos de grandes empresas, setores e lideranças, que pode gerar oportunidades muito qualificadas tanto do lado de desenvolvimento de histórias, como do lado de parcerias para todos os nossos projetos.
Porém, nascemos como uma produtora aberta ao mercado. Vamos prospectar projetos com marcas do ecossistema FSB, mas também outras marcas, plataformas, canais, distribuidores, produtoras, investidores, talentos, agências e parceiros nacionais e internacionais.
Para finalizar, qual a previsão de colocar na rua o primeiro trabalho e quais os planos para a ARK ainda neste 2026?
ARK já nasce em movimento. Em poucos dias na cadeira já iniciamos o atendimento a um cliente com interesse em realizar um grande projeto documental para lançamento no 1º semestre de 27, temos outros três projetos documentais em desenvolvimento que abrem câmera até o 1º trimestre de 27 e dois longas de ficção com previsão de filmagem também em 27.
