DIGITAL FAVELA FORMA CRIADORES DO ESPORTE
Publicado emPlataforma com foco na população de comunidades oferece curso para produtores de conteúdo
Digital Favela, primeira plataforma de economia criativa voltada 100% para a influência e a mídia nas comunidades e periferias do Brasil, lança o Criadores Esporte Clube, programa gratuito voltado a maiores de 18 anos que desejem produzir conteúdo sobre esportes e transformar essa atividade em uma alternativa profissional.
Lançada em 2020 por Celso Athayde, fundador da CUFA e CEO da Favela Holding, em parceria com os publicitários Guilherme Pierri, Tiago Trindade e Felipe Branquinho, a Digital Favela atua como uma ponte entre grandes empresas, como Itaú, TikTok, Uber e Ambev, e criadores de conteúdo que moram em comunidades.
A rede já conta com dezenas de milhares de influenciadores digitais espalhados por milhares de favelas no país, e além do ambiente digital, utiliza canais locais de mídia física e comunitária.
Criadores Esporte Clube, com patrocínio do site de apostas Betano, terá capacidade para treinar até 10 mil pessoas de todo o Brasil. As inscrições para o curso já estão abertas no site do projeto.
A jornada será realizada entre setembro de 2026 e março de 2027 e terá aproximadamente 25 horas, distribuídas entre aulas, palestras e uma masterclass.
Os temas incluem produção audiovisual com celular, roteiro e storytelling esportivo, captação de imagens e áudio, narração, edição para redes sociais, ética e credibilidade da informação, distribuição, construção de marca pessoal e geração de renda.
Os alunos precisam ter um celular com acesso à Internet e não ter a criação de conteúdo como fonte de renda. Além do aprendizado teórico, a turma terá acesso a uma comunidade exclusiva e será estimulada a aplicar os conhecimentos adquiridos em exercícios de criação para as redes sociais.
As aulas práticas estão previstas para ocorrer entre janeiro e março de 2027. O desempenho dos alunos durante a jornada, considerando critérios como frequência, realização dos exercícios e criatividade, será levado em conta nas etapas finais.
Nestes últimos meses da formação, os alunos com maior entrega ao curso poderão vivenciar experiências em campos de várzea, quadras e outros espaços esportivos. A proposta é reproduzir situações reais de cobertura, com funções como repórter, narrador, câmera, produtor e responsável pelas redes sociais.
Durante essas atividades, os grupos poderão realizar transmissões, entrevistas, reportagens e peças curtas sobre partidas, treinos e personagens do esporte local. O trabalho será supervisionado e poderá contar com acompanhamento e feedback de profissionais do mercado e criadores com experiência na área.
Ao término do curso, cinco alunos avançarão para uma experiência profissional remunerada de dois meses em um canal digital de transmissões esportivas, com a possibilidade de aplicar na rotina de uma operação profissional os conhecimentos desenvolvidos ao longo da formação.
A iniciativa também resultará em um curta documental sobre a trajetória de alguns desses talentos, acompanhando o caminho entre o início do aprendizado e suas primeiras experiências de profissionalização.
