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SBT INOVA COM COMERCIAL DE 37 SEGUNDOS
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Projeto que vinha sendo desenvolvido há algum tempo por Glen Valente, diretor Comercial e de Marketing do SBT, em parceria com o vice-presidente da emissora, José Roberto Maciel, chega ao mercado. Agências de publicidade estão recebendo um kit promocional anunciando a novidade: o Comercial de 37 segundos. Além de quebrar a tradição da publicidade nacional, que divide sua veiculação em peças de 30 e 15 segundos, além de vinhetas de 5 segundos, o SBT ainda atende a reivindicação de criativos e diretores de Marketing por um tempo maior em suas obras para a televisão. “Na verdade o comercial de 30 é um filme de 25 para deixar um espaço ao Pack Shot ou a Tarja de aviso de produtos médicos. Além disso, em casos de filmes de Varejo o anunciante ganha espaço para mais uma oferta”, explica Valente com sua experiência na área de Marketing de anunciante. Ele informa que junto com Maciel realizou pesquisa informal com publicitários em Cannes, durante o último Festival, que reforçaram a idéia do projeto. “Com quatro filmes nesse formato preenchemos um breake normalmente ocupado por cinco comerciais com maior impacto para as marcas”, garante. De forma promocional, até o final do ano o SBT vai acrescentar apenas 10% ao preço de tabela, cobrando por 33 segundos e oferecendo 4 a mais para que agências e produtoras possam realizar uma edição mais completa de cada filme. O custo vale para as veiculações NET e por 60 dias. A novidade também será apresentada durante o Novo Festival do Clube de Criação de São Paulo, neste próximo final de semana, com a participação do apresentador Carlos Massa, o “Ratinho” que vai detalhar o projeto para os criativos.
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Adequada ao rígido horário estabelecido para eventos esportivos nos Estados Unidos, a TV Globo mudou toda sua programação noturna desta quarta-feira (30) para transmitir a partida amistosa em que a seleção brasileira goleou o time norte-americano por 4 a 1. A emissora antecipou a exibição e diminuiu a duração dos capítulos de suas telenovelas “Cheia de Charme” e “Avenida Brasil”, além de apresentar uma edição mais curta do Jornal Nacional. Rigorosamente às 21 horas de Brasília (20 horas de Washington) a tela global estava livre para mostrar o jogo. Conseguiu um chorinho de sete minutos para encaixar um break comercial com comerciais dos seis patrocinadores do Futebol 2012 e a apresentação da partida de Galvão Bueno. Sem grandes prejuízos, Por outro lado, Johnson & Johnson, Ambev, Coca-Cola, Itaú, Vivo e Volkswagen com certeza saíram satisfeitos dessa transmissão, que ocupou o horário nobre e se encerrou com a maioria dos telespectadores ainda acordados. Muito diferente do que ocorre na grade oficial, que exibe partidas dos campeonatos regionais, do Brasileirão, Copa do Brasil, Libertadores e outros amistosos da seleção a partir das 22 horas. E se é possível, como ficou comprovado nesta noite, por que não atender torcedores que clamam pelo futebol às 21 horas? Por que obrigar muita gente a perder parte de seu sono e principalmente os que freqüentam estádios correr à meia-noite atrás de transporte coletivo público para voltar para casa? Hora de pensar no assunto com mais seriedade e satisfazer aqueles que garantem a audiência de suas transmissões: sua excelência o telespectador