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EVIL TWIN TEM NOVOS SÓCIOS E MARCAS
Publicado emProdutora também pega embalo em prêmios internacionais e projeto escritório em Nova York
André Faria e Juliana Tangary, sócios fundadores da Evil Twin, ganham a companhia de Peter Sauce, diretor de criação, e Rafael Vieira, Head de finalização e IA, na liderança da produtora.
A nova fase inclui também uma identidade visual criada pelos designers brasileiros Cacá Barabas e Gabriel Grossi, atualmente baseados em Los Angeles atuando na TBWA/Media Arts Lab.
Reconhecida como uma das produtoras de áudio mais premiadas do mercado brasileiro, a Evil Twin Music tem Grand Prix de Cannes, 2 Grand Clios e dezenas de premiações nacionais e internacionais, com projetos assinados para marcas como OpenAI, Nike, Budweiser, META, Google, Spotify, Samsung, Honda, e Itaú.
Fundada há 9 anos, a produtora também investe em sua expansão internacional, com a abertura, nos próximos meses, de uma nova operação nos Estados Unidos.
A nova marca da Evil Twin visa reforçar atributos como personalidade, atitude, originalidade e consistência criativa.
“Essa identidade reflete nossa cultura. Fator humano, criatividade, atualidade, equipe. Nossas pessoas são as verdadeiras guardiãs dessa cultura e compartilham a mesma obsessão por criar algo original, interessante e bem-acabado, em contraponto à padronização que vemos surgir em muitos processos criativos”, diz Juliana Tangary.
A nova identidade visual nasce inspirada no universo musical que sempre esteve presente no DNA da empresa. O movimento acompanha a evolução da produtora, que vem ampliando sua atuação para um modelo que ultrapassa o papel tradicional das empresas de áudio e se aproxima cada vez mais ao de uma agência criativa de música que participa de todas as etapas dos processos criativos das campanhas.
“Nada conecta e engaja tanto o público quanto a música certa, pensada e criada como música e não como trilha. É sobre transcender o som e tornar a música e consequentemente o filme e a marca em imagem, estilo e atitude”, explica André Faria.
Essa abordagem já está presente em trabalhos recentes como “Um Passarinho Me Contou”, da Nike com João Gomes, o premiado case “Branch Museum”, vencedor de lápis no D&AD e One Show, a campanha da colaboração entre Budweiser e Mizuno durante a Copa do Mundo 2026, e a campanha de OpenAI para o ChatGPT no Brasil.
“A música talvez seja um dos principais geradores de valor de produção de uma ideia. Ela não entra apenas para finalizar um filme, ela ajuda a construir significado, emoção e relevância cultural”, completa Faria.
A alta demanda de produção para projetos internacionais leva a Evil Twin à necessidade de se estabelecer nos Estados Unidos, com objetivo de ter um atendimento mais próximo aos executivos de agências e marcas, e entregas mais ágeis.
Com trabalhos assinados para clientes como Nike, Samsung, Motorolla, NotCo, Coca-Cola e Budweiser, a Evil Twin Music planeja a abertura do novo escritório em Nova York nos próximos meses.

