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EAGLE EXPANDE COM A FLYHIGH
Publicado emAgência de Live Marketing cria operação que integra viagens corporativas a eventos e incentivo
A Eagle, agência de Live Marketing anuncia o lançamento da FlyHigh, operação voltada à integração de viagens corporativas, experiências, incentivos e logística de eventos em uma única estrutura de atendimento.
segundo dados recentes da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas, o mercado movimentou cerca de R$ 13,7 bilhões em 2025, com expectativa de novo crescimento em 2026.
A FlyHigh nasce com foco em empresas que demandam coordenação simultânea de deslocamentos, hospitalidade, operação em campo e experiência de marca.
A operação concentra entregas como emissão e gestão de passagens, hospedagem, transfers, fretamentos, controle de equipes em deslocamento, suporte operacional em eventos e acompanhamento em tempo real.
A proposta é reduzir a fragmentação desse tipo de operação, ainda comum no mercado, onde diferentes fornecedores atuam de forma desconectada. A nova empresa foi desenhada para funcionar como um hub executivo, integrando logística, viagens e experiência sob a mesma gestão.
A operação já inicia com projetos para clientes como Americanas e Porto Serviços, envolvendo viagens de incentivo, convenções e ações que conectam deslocamento, experiência e operação em campo.
“A operação de eventos, viagens e incentivos ficou mais estratégica e com foco em resultados. O que vemos é uma necessidade crescente de um atendimento integrado, com mais controle, previsibilidade e eficiência. A FlyHigh nasce para estruturar essa jornada de ponta a ponta, sem fricção e aumentando a capacidade de execução e entrega”, afirma Brenda Maia, CEO da Eagle e Co-Founder da FlyHigh.
Camila Inoue, sócia-diretora de negócios que vai liderar a nova operação, tem formação acadêmica em Turismo, experiência em viagens corporativas e eventos, atuação em estruturas dedicadas à gestão de mobilidade empresarial para a BB Turismo e posteriormente na área de Marketing e Eventos da Cielo
“Hoje, o cliente corporativo precisa de mais do que fornecedores pontuais. Ele precisa de uma estrutura capaz de conectar planejamento, operação e experiência. Quando isso está integrado, a tomada de decisão melhora, o risco diminui e a execução ganha eficiência”, diz a executiva.
