CRIATIVO LANÇA A NO LAND

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Ex-VML, Gabriel Sotero inicia nova trajetória com sua agência e projetos em andamento

Gabriel Sotero

Executivo de Criação mais premiado do Brasil no The One Show 2026, Gabriel Sotero apresenta ao mercado a sua agência No.Land.

O nome da agência atende ao conceito “Is not nowhere. It’s everywhere”, sobre o fato de que marcas e consumidores estão em constante movimento, e de que uma agência precisa ter fluidez para se adaptar.

A No Land já desenvolve projetos para marcas como Genera, do grupo Dasa, e para as organizações internacionais de defesa da vida marinha e animais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Genera é um laboratório brasileiro de genômica pessoal fundado em 2010 em São Paulo e adquirido pelo grupo Dasa em 2019, especializado em testes de ancestralidade, saúde e bem-estar.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 prêmios acumulados, incluindo Cannes Lions, Effie, Clio, D&AD e Clube de Criação, Sotero desenhou a No.Land ao constatar que, em um cenário em que hábitos de consumo e prioridades dos negócios mudam o tempo todo, fica cada vez mais difícil operar com estruturas rígidas e processos lentos.

Além da VML, o criativo atuou também nas agências Wunderman Thompson e na BETC São Paulo.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A No.Land foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel.

O modelo de operação foi desenhado em torno desse pensamento. O fundador atua diretamente nas contas e responde pelo padrão de qualidade do trabalho. Os clientes contam com um time sênior com experiência no seu setor e no que seus desafios pedem. É o que a No Land chama de full specialist: em todas as frentes da agência, de estratégia e mídia a criação, conteúdo e produção, a liderança fica com especialistas capazes de fazer diferença no resultado das marcas.

A mesma lógica orienta o uso de tecnologia. A inteligência artificial tornou a produção mais rápida e acessível, e o volume de peças cresceu na mesma proporção. Craft e diferenciação seguiram na direção oposta: quanto mais fácil produzir, maior o risco de as marcas soarem iguais. Na No.Land, IA, dados e automação fazem parte de toda a operação, e o critério sobre o que essas ferramentas entregam é um dos diferenciais da agência.

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. E ela faz parte do dia a dia da agência, do briefing à última entrega de produção. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, 100 planos de mídia e 100 peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a No.Land”, afirma o criativo.