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BIG BEE PRONTA PARA DECOLAR

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Agência foi eleita pela parceira Aromitalia para divulgar a expansão da marca nos Estados Unidos

Depois de dois anos construindo uma parceria baseada em inteligência, confiança e resultados consistentes, a BigBee foi convidada para conduzir a comunicação da Aromitalia em sua expansão nos Estados Unidos.

A marca foi lançada em Turim, na Itália, em 1942, pela família Ferrero, com o propósito de levar ao mundo a verdadeira cultura do gelato italiano.

O conceito de gelateria ganhou o mundo e chegou ao Brasil em 1998, na cidade de Jaraguá do Sul, com o objetivo de difundir a cultura do sorvete italiano e artesanal no país.

“Parece apenas uma ampliação de contrato. Mas é o tipo de reconhecimento que surge quando o cliente conhece a sua forma de pensar”, diz Afonso Abelhão, CEO da BigBee.

Para o executivo, que comemora 14 anos da agência, é como uma espécie de intercâmbio para jovens que com essa idade planejam passar um tempo fora do país, aprendendo novos idiomas, culturas e comportamentos.

Abelhão constata também que melhores prospects quase nunca estão em uma lista de novos contatos. Na maioria das vezes, eles já são clientes que testemunham diariamente a capacidade da agência de estudar, compreender, provocar e construir soluções capazes de fazer seus negócios crescerem.

“Foi assim com o Grupo Náutica, Boat Show e Metalu, com quem construímos uma relação de cumplicidade, respeito e conhecimento do mercado náutico, da mesma forma como fizemos com o segmento imobiliário e o agro”, explica Abelhão.

Abelhão define esse trabalho como uma Liberdade Criativa, para estudar antes de opinar, questionar o óbvio, desafiar certezas e propor caminhos que ainda não existem.

“Ao longo desses quatorze anos, vimos a publicidade mudar de nome diversas vezes. Vieram as redes sociais, a cultura de dados, a performance, os algoritmos, a automação e, agora, a Inteligência Artificial. Nós também mudamos. Incorporamos novas ferramentas, novos processos e novas formas de trabalhar. Mas preservamos aquilo que sempre foi o nosso maior ativo: a curiosidade quase obsessiva de entender profundamente cada cliente antes de propor qualquer solução”, diz.

“Agora, essa maneira de pensar desembarca em um dos mercados mais fascinantes e complexos do planeta. Os Estados Unidos não são apenas um país, são dezenas de mercados convivendo sob a mesma bandeira, cada um com suas próprias leis, hábitos, referências culturais e formas particulares de consumir. Não basta traduzir campanhas. É preciso traduzir comportamentos. É preciso compreender diferenças, respeitar contextos e construir estratégias capazes de dialogar com realidades completamente distintas”, conclui.