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O UNIFORME QUE VALE OURO
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Única mulher na delegação brasileira quase que exclusivamente masculina nas Olimpíadas de Tóquio de 1964, Aída dos Santos não ganhou medalha. Ficou em quarto lugar. Mas seu resultado no salto em altura se manteve como o melhor individual entre os atletas do país por mais de 30 anos.
Negra e pobre, criada em uma comunidade de Niterói, no Rio de Janeiro, ela conquistou o quarto lugar em sua modalidade. Competiu sem treinador e sem uniforme e com uma entorse no tornozelo. Agora, 57 anos depois e às vésperas de novos jogos olímpicos na capital japonesa, recebe uma homenagem da Centauro. … Continue lendo “O UNIFORME QUE VALE OURO”








