Inspiração
GELOL E HOMENAGEM A WASHINGTON OLIVETTO
Publicado emImpactado por um comercial de futebol na infância, publicitário fundou tempos depois uma plataforma de torneios para crianças e adolescentes
O ano era 1982 e o Brasil iniciava sua trajetória para alcançar o topo da propaganda mundial. Em Cannes, Leões começavam a ser destinados a trabalhos de algumas agências como a DPZ, que já tinha em seu elenco o “Golden Boy” da publicidade nacional.
Mas o setor também apontava algumas revelações fora do eixo Rio-São Paulo, especialmente da Bahia, que se revelou depois um grande celeiro de talentos criativos.
O menino Rafael se impressionou com o comercial “Não basta ser pai, tem que participar”, de Gelol, criado por Duda Mendonça, e começou aí a pensar em se tornar publicitário.
Sua carreira profissional começou em 2004 como diretor de Atendimento da agência D+, do grupo Total. Em 2009 fundou a sua agência Wonderland. Antes trabalhou no grupo PPR, foi sócio da 407 e atuou também como diretor da Talent.
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