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COMUH CRESCE COM GRANDES MARCAS
Publicado emStartup de Community as a Service dobra de tamanho e amplia equipe para atender novos clientes
Em pouco mais de três anos, a comuh, startup que atua na área de Community as a Service (CaaS) ou Comunidade de Serviço, já atende um portfólio de 20 clientes, com planos de no mínimo dobrar esse número durante este ano.
Liderada por Jenifer “Jen” Medeiros a comuh pratica um modelo de negócios através do qual administra a criação, gestão e engajamento de comunidades de clientes, fãs ou parceiros de marcas.
A startup opera no espaço Cubo Itaú, em São Paulo, um ecossistema de inovação, sem fins lucrativos, criado pelo Itaú Unibanco e pela Redpoint eventures em 2015.
O Cubo Itaú conecta corporates, investors e partners, apoia o desenvolvimento de soluções que ajudam a resolver desafios e transformar a sociedade.
No ano passado, a comuh registrou um crescimento de 55% em seu faturamento, conquistando 15 clientes e conseguindo atrair marcas importantes como grupo Boticário, Zendesk, iFood e Senior.
“A comunidade corporativa permite que após um diagnóstico inicial, um grupo de pessoas movidas por um propósito comum se conectam, trocam experiências, aprendem juntas e impulsionam resultados o negócio da marca”, explica Jen Medeiros.
Fundada com a proposta de transformar conexões em vantagens competitivas sustentáveis e ativos estratégicos de longo prazo, a comuh se tornou referência em Community as a Service, integrando estratégia, tecnologia e operação para transformar comunidades em motores de crescimento, inovação e relacionamento.
“Essas comunidades são muito mais que grupos de pessoas reunidas ao acaso. Elas são redes estrategicamente planejadas que geram inovação, promovem aprendizado contínuo, fortalecem a fidelização de clientes e parceiros e constroem uma vantagem competitiva sustentável para as empresas” explica a executiva.
Atuando de forma end-to-end, a Comuh acompanha todas as etapas da jornada de uma comunidade corporativa, desde o diagnóstico estratégico até a implementação, moderação, governança e monitoramento contínuo.
Esse processo permite que organizações utilizem comunidades não apenas como canais de engajamento, mas como infraestrutura estratégica para fidelização de clientes, retenção de talentos, geração de insights e desenvolvimento de novas oportunidades de negócio.
“Comunidades devem ser bem estruturadas para ocupar um papel central na estratégia de crescimento das empresas. Elas criam engajamento profundo, aprendizado contínuo e relações que sustentam o negócio no longo prazo”, afirma Jen.
O crescimento da empresa também se reflete em sua própria estrutura. Em 2025, dobrou de tamanho, passando a contar com um time de 15 pessoas, incluindo a formação de uma equipe de tecnologia própria e a chegada de novos talentos oriundos do programa de aceleração comuh.next.
“Acreditamos que comunidades são a nova infraestrutura invisível dos negócios. Empresas que conseguem ativar relações genuínas, colaboração contínua e senso de pertencimento constroem vantagens que não podem ser copiadas facilmente. Nosso papel é transformar essas conexões em estratégia, crescimento e valor de longo prazo”, completa Jen.
