Cinema
GLOBO CELEBRA O CINEMA NACIONAL
Publicado emEmissora veicula manifesto em favor das obras que têm levado o Brasil ao patamar global dessa arte
Filme de um minuto e meio comemora a realização de grandes obras cinematográficas nacionais, premiados internacionalmente e elevando o nível da atividade do país.
A emissora afirma que tem orgulho de fazer parte dessa trajetória, já que é um dos principais investidores e parceiros do cinema brasileiro.
O roteiro é de Fabricio Carvalho, embaixador e redator publicitário da in house da TV Globo, com aprovação de Gabriel Jacome, diretor de Conteúdo da emissora.
Fabricio, criativo da agência interna do canal, é vencedor de 87 prêmios internacionais, com experiência na criação de campanhas para TV que incorporam o uso de inteligência artificial nos processos criativos e de produção.
O criativo integra júris de festivais como “Promax”, “Colunistas” e “Lusófonos” e coordena e leciona na pós-graduação “Promo: a Propaganda do Audiovisual”, da UniFacha.
Gabriel Jacome, como diretor de Conteúdo da TV Globo, é responsável por orientar projetos estratégicos que conectam a produção audiovisual brasileira ao grande público.
É dele o briefing que deu origem ao manifesto, com a proposta de traduzir o momento do cinema nacional em uma peça de forte impacto emocional e relevância cultural, alinhada ao posicionamento da emissora como parceira ativa da indústria.
“A repercussão que vimos com esse manifesto reforça algo que a gente já observa há algum tempo: o cinema brasileiro vive um momento muito potente, de reconhecimento e de conexão com o público. E isso não acontece por acaso, é fruto de décadas de trabalho de uma indústria extremamente talentosa e resiliente”, diz Gabriel Jacome.
“O reconhecimento internacional que vemos hoje é absolutamente merecido, mas, para nós, o mais importante sempre foi a capacidade do nosso cinema de dialogar com o brasileiro, de refletir nossas emoções, nossas contradições e a nossa identidade de forma tão autêntica”, explica.
“Esse manifesto é também uma reafirmação desse papel. Acreditamos na força dessas histórias e no impacto que elas têm quando encontram o público. Seguiremos investindo, ampliando essa conexão e ajudando a projetar o Brasil através do seu próprio olhar”, completa Gabriel.
“Escrever um manifesto para o cinema brasileiro no calor do Oscar foi, acima de tudo, um exercício de escuta, entre o que o briefing pedia e o que o meu coração queria. Consegui atender os dois”, afirma Fabrício Carvalho.
“O roteiro ganhou vida na ilha de edição, onde a missão era traduzir o acervo da Globo em um corte cheio de impacto. Mergulhamos em mais de 80 títulos brasileiros para que cada fala e cada frame abraçassem o texto com a precisão de um plano-sequência. Foi uma curadoria minuciosa e sensível, potencializada por um sound design que buscou o arrepio fora do óbvio”, explica.
“Se a peça emocionou o país, é porque essa melodia foi puramente colaborativa. Eu posso ter assinado o roteiro, mas a caneta foi dividida com Camilla Cararo, Pedro de Queiroz, Natália Kallas, Guilherme Gelain e Alexandre Araújo. Entre a ação e o corta, o que ficou foi a nossa essência. Afinal, a potência do cinema e a força da Globo nascem do mesmo lugar, no trabalho em equipe”, finaliza Fabrício.
