Marcas

VIVO DEBATE USO EXCESSIVO DO CELULAR

Publicado em

Operadora alerta para sobrecarga emocional da hiperconexão e valoriza contato com a realidade

Protagonista no assunto uso excessivo do celular, a Vivo lança o filme “Afogados”, idealizado pela Africa Creative, como um alerta à sensação de sufocamento e sobrecarga emocional provocada pela hiperconexão.

Esse fenômeno silencioso, que surge através da presença constante do celular no cotidiano transformou hábitos e a forma como as pessoas se relacionam com o tempo, fugindo da realidade.

A história se constrói a partir de uma metáfora visual impactante que mostra um personagem ao longo do dia sendo completamente absorvido pelo celular e que, sem perceber, se vê imerso por um hábito que o sufoca.

Quando decide interromper o uso do aparelho, a água recua, devolvendo-lhe o fôlego, o controle e o contato com a realidade. A trilha sonora é uma versão de “jealousy, jealousy”, de Olivia Rodrigo, também utilizada pela Vivo no recém premiado filme “Relacionamento Tóxico”.

“Este novo filme integra um conjunto de iniciativas que a marca vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos para estimular reflexões sobre o uso consciente do celular. A mensagem é repensar a relação com o digital é um caminho para recuperar a presença e fortalecer a conexão com a vida real”, explica Sabrina Romero, diretora de Marca e Comunicação da Vivo. 

O novo filme contou com a contribuição do psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da Unifesp que se dedica ao tema da saúde mental, com foco especial em infância e adolescência.

Ele dá continuidade à plataforma “Tem tempo pra tudo”, que reúne as iniciativas da Vivo para provocar a sociedade a refletir sobre a saúde mental em tempos de hiperexposição a telas. 

Um estudo do portal Nomophobia.com, hub de conteúdo especializado no tema sobre vício em celular e seus impactos na vida cotidiana, indica uma relação intensa dos brasileiros com o device, com 79% dos entrevistados admitindo fazer o uso excessivo de dispositivos móveis.

E, para 71% deles, não ter o telefone é como estar perdido. Já para 47% das pessoas ouvidas por uma pesquisa conduzida por V.Trends, hub de Consumer Insights da Vivo, afirmam que sairiam de casa sem a carteira, mas não sem o celular.

A campanha exigiu uma estrutura de produção inédita e altamente complexa, com engenharia cenográfica e controle do nível da água em tempo real, garantindo precisão, agilidade e segurança em cada cena.

“Partimos de um incômodo real: a forma como nossa relação com as telas tem se tornado excessiva e, muitas vezes, invisível no dia a dia. A ideia criativa nasceu do desejo de tornar esse impacto tangível, sem colocar a tecnologia como antagonista, mas provocando um reset de comportamento”, explica Heloisa Pupim, co-COO da agência Africa Creative. 

“É um projeto que materializa o papel da Vivo como agente ativa na promoção de uma relação mais equilibrada com a tecnologia, convidando a sociedade a refletir e a fazer escolhas mais conscientes no seu tempo de conexão”, completa.