Categorias Campanhas

TÁ FECHADO, MAS PODE ABRIR

Publicado em

Na luta contra o vírus, enfrentando bares e restaurantes fechados, a cerveja Rio Carioca investiu no delivery e sua distribuição ganhou o território nacional via e-commerce como Americanas, Submarino e Delivery do Bem. Em breve, a marca lança aplicativo próprio para entrega em todo o Brasil.

Reconhecida pela sua comunicação baseada no humor e oportunidade, com campanhas criadas pela agência 11:21, a Rio Carioca apresenta um novo filme mostrando que enquanto está tudo fechado, você pode abrir sua cerveja recebendo em casa.

A parceria com a agência de Gustavo Bastos e a veiculação de peças semanais, às vezes diárias, durante a pandemia fizeram o alcance da marca crescer mais de 4.600% nas redes sociais.

Segundo Luiz Eduardo Vieira, Fundador e diretor geral da Rio Carioca, “a estratégia de focar nossa comunicação no público final, sempre com humor, oportunidade e fazendo barulho, se mostrou acertada, inclusive agora, que o delivery se tornou o principal canal de distribuição”.

O novo comercial mostra pessoas tristes, olhando pela janela, para o nada, sem esperança. Letterings vão falando que está difícil, mas vamos vencer. Está tudo parado, mas vamos vencer. As imagens mostram bares fechados.

“Está tudo fechado, mas vai abrir. A trilha melancólica muda e a mensagem é “você pode abrir hoje”. A imagem em preto e branco fica colorida e mostra o personagem recebendo seu Pack da cerveja. “Peça no delivery e abra sua Rio Carioca hoje”, encerra o filme.

A assinatura brinca com o conceito da marca dizendo que “não tem vírus que segure o espírito carioca”.

“Era hora de renovar o barulho que a gente faz para a marca”, diz Gustavo Bastos, CEO e CCO da 11:21. Toda a filmagem foi remota, com cenas gravadas em São Paulo e Brasília, respeitando a quarentena”, completa o diretor do comercial, Gustavo Tissot.

Criação de Gustavo Bastos, com produção da PolvoContent, com direção de

 Gustavo Tissot e Dimi Lucho e fotografia de Leonardo Maestrelli e André Miranda. Produção executiva de Ana Maitê Frolich. Som da Nova Onda, com produção musical de Passarinho e trilha do maestro Teco Fuchs.