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POR QUE MARCAS SÃO DESEJADAS?

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A quarta edição do guia “Marcas Mais” do Estadão traz, além do resultado da pesquisa com 11 mil e 500 brasileiros das classes A, B e C, um estudo dos motivos que levam as pessoas a desejar ou rejeitar cada uma delas.

A publicação chega às bancas nesta quarta-feira (30) e seu conteúdo também está disponível no site do projeto, realizado em parceria do jornal com a consultoria Troiano Branding.

A publicação especial traz as marcas mais desejadas em 30 dos principais segmentos do mercado e tem como objetivo compreender o que faz com que os consumidores percebam a relevância que gera o engajamento e influencia diretamente na decisão de compra e uso e produtos e serviços.

Os indicadores de avaliação utilizados foram os níveis de conhecimento da marca, padrão de referência que demonstram em adquiri-la, grau de rejeição que a marca gera e nível de associação da marca a três atributos da categoria de negócios que ela pertence.

“O estudo aprofundado das preferências do público presente no Marcas Mais revela uma base sólida para entender como se constrói um relacionamento efetivo entre empresas e consumidores. Além de ranquear as marcas mais desejadas, tivemos a preocupação de buscar conteúdo relevante e inédito para compartilhar com nossos leitores”, explica Luis Fernando Bovo, diretor de projetos especiais do Estadão.

Além do ranking, o Marcas Mais traz ao leitor conteúdos exclusivos, como entrevista com Bozoma Saint John, diretora de marca do Uber, que determinou como objetivo pessoal humanizar a empresa. O especial também traz uma conversa com um guru do marketing, o norte-americano David Aeker, responsável pelo desenvolvimento de um modelo de cálculo do brand equity., Pedro Dória, jornalista e colunista do Estadão faz ainda uma reflexão sobre a crise de imagem vivenciada pelo Facebook.