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CAMPANHA PRESSIONA DEPUTADOS

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Filme na TV combate Lei do Retrocesso e pede votos para viabilizar aplicativos de mobilidade

Comercial mostrando brasileiros amordaçados com uma fita e a inscrição Lei do Retrocesso, convoca a população do país a cobrar de seus deputados a manutenção das alterações no Projeto de Lei Complementar 28, que deve ser votado nesta terça-feira (27) na Câmara, em Brasília.

No final do ano passado, o Senado Federal atendeu ao apelo de milhões de brasileiros e promoveu essas mudanças, facilitando a operação dos aplicativos de transporte particular.

Encomendada pela Uber, líder entre as empresas do segmento no país, a campanha, conforme informações obtidas pelo Blog, foi realizada pela agência Tech & Soul, com produção da Piccolo Filmes e áudio da Jamute.

Pesquisa inédita do Datafolha revelada esta semana, mostra que comportamento dos deputados na votação pode influenciar eleitores nas próximas eleições.

Em nota ao Blog, a Uber se posiciona a favor das alterações do Senado, como a não obrigatoriedade do uso de placas vermelhas iguais às dos táxis, e a exigência de que somente os donos dos veículos possam dirigi-los como motoristas de aplicativos.

Para a empresa, a Lei do Retrocesso, se ressuscitada, acaba com a mobilidade urbana por aplicativo no Brasil.  Ela nada mais é que uma proibição velada, pois impede que motoristas parceiros sirvam as pessoas do jeito que fazem hoje. A Uber defende uma regulamentação moderna para o uso da tecnologia para melhorar as cidades

Ainda segundo a Uber, a chamada Lei do Retrocesso ameaça a renda de 500 mil motoristas e o direito de escolha de 20 milhões de usuários no Brasil.

A pesquisa do Datafolha mostra que 76% dos entrevistados afirmam diminuir as chances de votar em político que apoie um projeto de lei capaz de inviabilizar o modelo atual de transporte particular por aplicativo no país. Somente a Uber tem mais de 20 milhões de usuários ativos no Brasil.

O levantamento do instituto indica ainda que 90% dos entrevistados concordam, total ou parcialmente, que os aplicativos de mobilidade são uma alternativa de sustento para pessoas desempregadas ou que trabalham e usam os aplicativos para gerar renda extra.

Na comparação entre os serviços de transporte, 86% dos entrevistados declararam que os aplicativos são mais baratos, e 75% afirmam que são mais rápidos para chegar ao destino.

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