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O CUIDADO EM RELACIONAR MARCAS

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DynAdmic atua com propósito de proteger clientes na veiculação de publicidade com conteúdo indesejável

Figueira: maiores grupos, principais marcas

Desde que foi criada, em 2012, a empresa francesa DynAdmic visa proteger as marcas com as quais trabalha, como BMW, Red Bull, Kellogg, McDonald’s e American Express, evitando veiculação com vídeos ou artigos indesejáveis.

Maior mercado da empresa na América Latina, o Brasil merece atenção especial da diretora geral da região, Lara Krumholz, e do country manager no Brasil, Marcio Figueira.

O executivo, com 20 anos de atuação no mercado publicitário e um dos pioneiros da propaganda digital, já atuou pela Samba Ads, Apontador e iG, além de presidir o comitê de vídeos do IAB Brasil.

Conforme ele explica, o maior diferencial dessa companhia francesa de Private MarketPlace especializada em vídeo online é a leitura prévia do áudio das peças em veiculação, evitando dessa forma que a marca de um cliente seja relacionada erroneamente em conteúdo ofensivo.

Nos últimos tempos, em razão de problemas dessa natureza, marcas como L’Oreal, HSBC, Starbucks e Walmart retiraram seus investimentos no Google.

Como declara o CEO global da DynAdmic, Stéphane Bonjean, “a única maneira de evitar que as marcas sejam expostas em um ambiente inseguro é analisar o conteúdo escrito e falado, não apenas confiar em um índice de qualidade ou na reputação de um vídeo ou site”.

Globalmente, a DynAdmic trabalha com empresas como BMW, Red Bull, Unilever, McDonald’s e American Express. No Brasil, explica Figueira, atende os clientes mais importantes de agências do grupo Publicis, Dentsu e WPP, entre outros.

A DynAdmic é capaz de filtrar o inventário de vídeo indesejável do YouTube ou de qualquer outro site, identificando sons, palavras-chave escritas e faladas associadas a conteúdo censurável, como violência, linguagem ofensiva ou discurso de ódio.

A empresa, com sede na França, atua também no México, nos Estados Unidos, onde a partir de Miami monitora a América Latina, Colômbia, Peru, Argentina, Chile e América Central, além do Brasil, que representa 70% do faturamento da empresa na região.

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